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5G - Meo, Nos e Vodafone

Discussão em 'Telemóveis' iniciada por D-CLUB, 4 de Julho de 2018. (Respostas: 4; Visualizações: 342)

  1. D-CLUB

    D-CLUB Power Member

    As três maiores operadoras portuguesas querem mostrar que estão a dar tudo no campo do 5G. E tanto a Meo como a Nos e a Vodafone promoveram eventos nas suas sedes em Lisboa esta quarta-feira (04/07/2018) de manhã.
    Enquanto a Meo e a Nos vão demonstrar o potencial e as aplicações da quinta geração de rede móvel, a Vodafone dá o passo em frente e apresenta uma nova gama de dispositivos conectados para o segmento de consumo. A somar a isto, as apresentações das três empresas acontecem um dia depois de a Anacom anunciar o roteiro para a libertação da faixa do espetro eletromagnético onde vai funcionar a próxima geração da rede. Coincidência?

    Às 10h30, a Vodafone Portugal vai apresentar uma “nova gama de soluções IoT para o segmento de consumo”. IoT significa internet ofthings, ou “internet das coisas”, que é uma tendência tecnológica que só vai ser acelerada pelo 5G.
    Basicamente, são todos aqueles aparelhos comuns, mas que vão passar a estar ligados à internet — como os sensores nas casas e outros dispositivos que permitem controlar coisas à distância. A empresa garante ser a primeira a “abrir o leque de soluções” deste género ao consumidor final. Tem como objetivo “transformar a vida dos portugueses”, tornando-lhes o dia-a-dia mais inteligente e mais simples.


    Também às 10h30, a Meo, detida pela Altice Portugal, terá um evento relacionado com o 5G na sua sede em Picoas, Lisboa. Chama-lhe uma “demonstração do 5G” em “primeira mão”, “fora do laboratório”.
    “Alinhada com a agenda estratégica da União Europeia definida para o 5G, a Altice Portugal reitera a sua posição de liderança do 5G roadmap em Portugal já iniciada há mais de um ano”, aponta a empresa no convite enviado aos jornalistas. Diz que se prepara agora para “uma demonstração em ambiente de rede comercial e com terminal pré-comercial 5G da Huawei, a funcionar na banda dos 3,6 GHz, que alcançará velocidades na ordem dos 1,5 Gbps”. Ou seja, muito superior ao que a tecnologia atual permite.


    Para as 11h00 está agendado um evento na sede da Nos, onde a empresa promete anunciar algumas das aplicações e potencialidades do 5G. Pouco se sabe em concreto sobre o que a empresa liderada por Miguel Almeida tem na manga, mas o evento chama-se “5G TEK Day – Download the Future”, o que deixa uma ideia geral do que aí vem.
    Neste evento da Nos, estará presente a secretária de Estado da Indústria, Ana Teresa Lehmann. O ECO sabe que a empresa irá apresentar aqui o seu próprio roadmap para o desenvolvimento do 5G.



    Estes três encontros em Lisboa, com maior ou menor grau de ligação ao 5G, acontecem um dia depois de também a Anacom dar mais um passo neste processo. Uma vez que as frequências acordadas ao nível comunitário para o 5G — a faixa dos 700 MHz — se encontram ocupadas em Portugal pela Televisão Digital Terrestre (TDT), terá de ser feita a deslocação desse serviço para outra frequência.

    Isso, anunciou o regulador, começará a acontecer a partir do último trimestre de 2019 e até ao final de junho de 2020. E a transição vai implicar que todos os utilizadores de TDT tenham de sintonizar novamente os seus equipamentos (...).


    Ainda em relação ao 5G, a esmagadora maioria das operadoras de telecomunicações em todo o mundo está a preparar-se para esta nova realidade, que a Comissão Europeia tenciona que arranque já no início da próxima década. A transição deverá ser gradual, na medida em que as próprias gamas de equipamentos eletrónicos terão de ser atualizadas para passar a suportar esta tecnologia. É o caso dos smartphones e dos computadores, mas também de outros aparelhos da “internet das coisas” e até dos carros autónomos e inteligentes.

    @Eco



    Lanço aqui a discussão acerca do 5G, nomeadamente o que acham acerca desta evolução, sabendo nós que ainda há muitos passos para dar sobre o 4G.
    No entanto há países que estão mais bem posicionados e a pressão sobre a Comissão para salvaguardar interesses faz com que os que estão a caminhar e mesmo aqueles mais atrasados na implementação do 4G, comparativamente a Portugal, são obrigados a projetar a rede para garantir a presença numa realidade tecnológica que eles sabem que são obrigados a acompanhar e que evolui quase de forma exponencial.

    A realidade do 5G passa efetivamente pelo IoT?
    O aproveitamento será a venda massiva de smartphones que funcionem nos 700MHz para potenciar novamente as vendas?
    O que acham acerca desta evolução?
     
  2. dm222

    dm222 Power Member

    o 4G é mais do que suficiente, até o 3G servia para os plafonds de dados que temos...

    e quando começam a desligar o 2G ou 3G? O 2G vai fazer 30 anos...

    mas já lá vai o tempo em que as operadoras portuguesas eram das primeiras da europa a lançar tecnologias, ainda vai demorar...
     
    Última edição: 4 de Julho de 2018
  3. no-comments

    no-comments Power Member

    5G é extremamente inútil para zonas rurais e quanto ao "IoT" ainda estamos para ver, porque ainda não vi cenários realistas para o 5G para além de maior velocidades (à custa da cobertura)
     
  4. viperbruno

    viperbruno Power Member

    Se os limites de trafego e capacidades passarem a permitir ser alternativa ao cobre decrepito que ainda resta em Portugal… Até lá pouco interessa se é 4G ou 5G, mesmo que a sua eficiência na teoria por si só permitirá uma melhoria se implementado devidamente, coisa que nos meios rurais já sabemos que é o uso das frequências de longo alcance com menor capacidade...
     
  5. lightMC

    lightMC Power Member

    Se o 5G não melhorar imenso a capacidade de dispositivos a comunicar em simultâneo, de pouco interessa. Li que neste aspeto vai melhorar mas não vi números práticos sobre isso. Se isso permitir aumentar o plafond de dados atuais com os mesmos preços, é uma melhoria mas não me acredito que vá acontecer. IoT parece ser a vertente mais interessante graças ao suporte de mais dispositivos em simultâneo e latências em tempo real mas não acho que vá ter um impacto palpável para os clientes, pelo menos no inicio. O LTE já atinge latências e velocidades excelentes.

    O 2G ainda é bastante usado por imensos dispositivos IoT como aqueles terminais de pagamento portáteis, sistemas de alarme e serve para o que mais interessa às operadoras que é cobrar por chamadas e sms. Ainda por cima continuam a vender telemóveis só com 2G. Acredito que deverá continuar ativo pelo menos por mais uma década. O que vejo a desligarem seria o 3G.
     
    Última edição: 6 de Julho de 2018

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