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Diferença entre as licenças (Open Source, GNU, Freeware, Free Software etc...)

Discussão em 'Windows Desktop e Surface' iniciada por Joao_Abreu, 4 de Junho de 2008. (Respostas: 0; Visualizações: 6176)

  1. Joao_Abreu

    Joao_Abreu Power Member

    Eu tinha algumas sobre as licenças e distribuição de programas então fiz uma pequena pesquisa sobre o mesmo. Espero com isto ajudar alguém com as mesmas dúvidas que eu, pois existem várias diferenças entre open source e freeware e etc, algo que eu antes desconhecia.

    Software proprietário

    Software proprietário ou não livre é aquele cuja cópia, redistribuição ou modificação são em alguma medida proibidos pelo seu criador ou distribuidor. A expressão foi cunhada em oposição ao conceito de software livre.
    Normalmente, a fim de que se possa utilizar, copiar, ter acesso ao código-fonte ou redistribuir, deve-se solicitar permissão ao proprietário, ou pagar para poder fazê-lo: será necessário, portanto, adquirir uma licença, tradicionalmente onerosa, para cada uma destas ações.
    Alguns dos mais conhecidos softwares proprietários são o Microsoft Windows, o RealPlayer, o Adobe Photoshop, o Mac OS, o WinZip, algumas versões do UNIX, entre outros.

    GNU General Public License

    GNU General Public License (Licença Pública Geral), GNU GPL ou simplesmente GPL, é a designação da licença para software livre idealizada por Richard Stallman no final da década de 1980, no âmbito do projecto GNU da Free Software Foundation (FSF).
    A GPL é a licença com maior utilização por parte de projectos de software livre, em grande parte devido à sua adoção para o Linux. O software utilizado para administrar o conteúdo da Wikipédia é coberto por esta licença, na sua versão 2.0 ou superiores.

    Software livre

    Software livre, segundo a definição criada pela Free Software Foundation é qualquer programa de computador que pode ser usado, copiado, estudado, modificado e redistribuído sem nenhuma restrição. A liberdade de tais diretrizes é central ao conceito, o qual se opõe ao conceito de software proprietário, mas não ao software que é vendido almejando lucro (software comercial). A maneira usual de distribuição de software livre é anexar a este uma licença de software livre, e tornar o código fonte do programa disponível.

    Código aberto

    O termo código aberto, ou open source em inglês foi cunhado pela OSI (Open Source Initiative) e se refere ao mesmo software também chamado de software livre, ou seja, aquele que respeita as quatro liberdades definidas pela Free Software Foundation. Qualquer licença de software livre é também uma licença de código aberto, a diferença entre os dois está no discurso. Enquanto a FSF usa o termo "Software Livre" para trazer um discurso baseado em questões éticas, direitos e liberdade, a OSI usa o termo "Código Aberto" para discursar sobre um ponto de vista puramente técnico, sem conflitar questões éticas. Esta nomenclatura e discurso foram forjados por Eric Raymond e outros fundadores da OSI para apresentar o software livre a empresas de uma forma mais agradável a visão das corporações.

    Software comercial

    Software comercial é o software desenvolvido por uma empresa com o objetivo de lucrar com sua utilização. Note que 'comercial' e 'proprietário' não são o mesmo. A maioria do software comercial é proprietário mas existe software livre que é comercial, e existe software não-livre não-comercial.
    As características "Livre" e "proprietário" não representam atributos do produto software. São modalidades de relações jurídicas que se pode estabelecer entre um particular e o fornecedor. No caso do "Software Proprietário" significa que a distribuição é realizada por comercialização e se dará no regime jurídico clássico comercial no qual a relação é baseada em restrições e permissões onerosas ou não, tutelando-se tanto a propriedade quanto a autoria. No caso do "Software Livre" significa que a a distribuição é realizada em um regime jurídico de colaboração não compulsória no qual a relação se baseia, ao contrário, em liberdades, tutelando-se tão somente a autoria e a permanência desse mesmo regime nas distribuições subsequentes do software. (influenciou-me nesta descrição o "Estudo sobre Software Livre" realizado pela Fundação Getúlio Vargas e comissionado pelo Instituto Nacional de Tecnologia da Informação - I.T.I. do Governo Federal

    Software gratuito

    Software gratuito ou freeware é qualquer programa de computador cuja utilização não implica no pagamento de licenças de uso ou royalties.
    É importante observar que o fato de o licenciamento de um programa ser gratuito não implica na não existência de um contrato de licenciamento para sua utilização. Normalmente, ao instalar um software desse tipo, o utilizador deverá antes concordar com seu contrato de licenciamento que normalmente acompanha o programa. É muito importante ler este contrato e suas limitações, não é porque um software é freeware que ele pode ser usado por qualquer um. Em alguns casos, os softwares são licenciados como freeware apenas para uso pessoal, acadêmico, militar e governamental.
    Em linhas gerais, um software é considerado freeware se ele oferece ao usuário o direito de utilizá-lo sem a realização de qualquer tipo de contrapartida, como seria o próprio pagamento. Quando o desenvolvedor pede doações para manter o Software, o mesmo torna-se Donationware, do termo .

    Entretanto, há alguns outros graus de liberdade que não necessariamente são franqueados pelo contrato de licenciamento de um software desse tipo, tais como:
    • Direito de redistribuição;
    • Direito de incluí-lo em produtos comerciais sem a expressa autorização do autor/detentor dos direitos autorais;
    • Direito de realizar engenharia reversa para entender seu funcionamento;
    • Direito de modificá-lo;
    É importante observar ainda que, diferentemente de um software livre ou open source, normalmente os programas freeware não apresentam seu código fonte, disponibilizando apenas o código binário necessário para executá-lo.
    Programas contendo adware de qualquer tipo normalmente não são considerados gratuitos, já que o utilizador tem um preço a pagar pelo uso do programa, quer seja o visionar de publicidade quer seja o redireccionamento de páginas web, entre outras.
    Um exemplo de software gratuito e muito importante no mundo atual é o Acrobat Reader um dos mais populares leitores de arquivos em formato PDF.


    Fonte: Wikipédia


    Algo de errado ou a acrescentar digam.​
     

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