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funções + biblioteca

Discussão em 'Web Development' iniciada por SuperHeroNot, 4 de Março de 2009. (Respostas: 1; Visualizações: 432)

  1. Boas..
    Ok o meu problema é o seguinte, tenho ouvido falar muito em bibliotecas de funções e trocas de scripts etc, o que me leva a acreditar que muito do código bem feito por ai é dividido em funções... eu sei utilizar funções, sei também que basicamente as funções usam-se quando vamos repetir varias vezes o mesmo código, só não percebo mesmo é quando estas devem ser utilizadas na pratica... nas aplicações que desenvolvi ate agora raramente uso funções porque não precisei , e mesmo quando as uso parece que só o faço duma maneira simbólica porque acabo por as chamar e usar o código uma só vez lol...

    Haverá algum padrão ou maneira de saber quando usar as funções? ou alguma maneira de "dividir" o código para o tornar mais simples recorrendo a funções?
    tou-me a referir a php mais precisamente, mas acho que o conceito também se deve aplicar a outras linguagens

    Outra duvida:uma biblioteca de funções é uma pasta com vários ficheiros .php, que contêm as funções que vamos usar nesse projecto e que chamamos nos ficheiros "principais", onde a maioria do codigo está metido com um "include"? certo? ou errado lol?

    epa eu sei que me tá a escapar qualquer coisa em relação ao uso de funções...agradecia qualquer ajuda que me possam dar , links para tutorias ou explicações para ver se percebo isto duma vez :D...

    cumprimentos,
    SuperHeroNot
     
  2. K0mA

    K0mA Power Member

    Olá,

    As funções são uma maneira de:
    1 - separar o código
    2 - torná-lo reutilizável
    3 - Torná-lo mais simples e fácil de ler

    imagina o seguinte código:

    PHP:
    if ( $dna == "tipoX" ) {
    200 linhas de código;
    }
    Else {
    100 linhas de código...
    }
    o mesmo código com funções:

    PHP:
    if ( $dna == "tipoX" ) {
        print 
    "O ADN é compativel com grau de" compatibilidade();
    }
    else {
        print 
    "O ADN pertence ao grupo" grupos($dna);
    }


    function 
    grupos($dna) {
      
    100 linhas de código;
    }

    function 
    compatibilidade() {
      
    200 linhas de código;
    }
    Já estás a imaginar que no primeiro caso para perceberes o programa olhavas para mais de 300 linhas de código no segundo todo o código que tinha a ver com uma certa funcionalidade estava separado, sendo possível ser utilizado fazendo apenas uma chamada à respectiva função.
     

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