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  2. COVID-19 Mantenham-se seguros: Pratiquem distanciamento físico de 2 metros. Lavem as mãos. Fiquem em casa.
    Informação sobre COVID-19. Ajuda a combater o COVID-19 com o [email protected] e com o [email protected].
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Informação sobre Coronavírus Covid-19

Discussão em 'Sugestões e Questões Relativas ao Fórum' iniciada por Metro, 12 de Março de 2020. (Respostas: 5; Visualizações: 6183)

Estado do Tópico:
Fechado a novas mensagens.
  1. Metro

    Metro Benevolent Dictator For Life
    Staff Member

    Este tópico pretende ser mais uma fonte de informação disponível sobre este assunto, com informação o mais fidedigna possível. Estará fechado a respostas. O tópico de discussão existe apenas para Power members e atendendo aos milhares de respostas, contributos para este tópico especificamente peço que sejam feitos por mensagem privada já que são mais simples de filtrar e implementar.

    O governo lançou um site onde pretende agregar toda a informação relevante: https://covid19estamoson.gov.pt/

    O novo coronavirus está a ter um crescimento a uma velocidade exponencial e a pergunta não é se nos vai afetar é apenas quando nos vai afetar. Direta ou indiretamente já estamos a ser atingidos. Preventivamente podemos manter um distanciamento social de pelo menos um metro, lavar frequentemente as mãos com água e sabão ou com uma solução alcoólica.

    Informação sobre como tudo começou: https://www.rtp.pt/noticias/mundo/coronavirus-o-que-e-e-como-comecou_i1203294

    Um excelente artigo que explica o crescimento exponencial da pandemia: https://observador.pt/especiais/a-matematica-que-explica-o-tsunami-europeu-e-portugues/

    Neste caso, podemos tentar culpabilizar os outros, mas somos nós a principal fonte de mudança e os nossos comportamentos vão ditar em grande medida a evolução da pandemia e se somos ou não infetados. De nada vale fechar escolas por exemplos, se de seguida apenas muda o local onde as pessoas estão concentradas.

    Os serviços de saúde vão colapsar. A linha SNS24 808 24 24 24 já colapsou várias vezes nos últimos dias e a ida à urgência deve ser totalmente evitada se possível de modo a não sobrecarregar os serviços ainda mais e a reduzir o risco de adicionarem algum problema de saúde que não tinham antes da vossa deslocação. Nenhum país no mundo tem recursos suficientes para uma pandemia porque em primeiro lugar os recursos humanos não são imunes à doença e também eles vão ser infetados e o número de profissionais de saúde com o passar das semanas vai ser confrontado com necessidade de quarentena (14 dias sem poder trabalhar, reduzindo o número de elementos disponíveis), exaustão e perdas.

    Entrevista ao Médico Bruno Arroja no dia 15 de Março quando tínhamos 245 casos declarados em Portugal





    Acatem as recomendações que todos os dias têm sido atualizadas pela Direção Geral de Saúde (DGS).

    Links úteis:

    Perguntas frequentes COVID-19 - Segurança Social
    Declaração para efeitos de isolamento profilático: http://www.seg-social.pt/documents/10152/16819997/GIT_70.docx/e6940795-8bd0-4fad-b850-ce9e05d80283

    Conferências de Imprensa Diárias SNS

    Informação sobre controle de fronteiras para quem viaja (partilhado por @Haunter :
    https://www.iatatravelcentre.com/international-travel-document-news/1580226297.htm

    Em construção...

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    Sintomas mais frequentes

    Tosse: 65%
    Febre: 45%
    Cefaleia: 45%
    Dores Musculares: 37%
    Fraqueza Generalizada: 24%
    Dificuldade Respiratória: 12%

    Se quiserem colocar os vossos computadores a trabalhar...

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    Última edição: 28 de Março de 2020
  2. Metro

    Metro Benevolent Dictator For Life
    Staff Member

    Perguntas e respostas sobre o coronavírus (COVID-19) - OMS (1)

    O que são os coronavírus?

    Os Coronavírus são uma grande família de vírus que pode causar doenças em animais ou humanos. Nos humanos, sabe-se que vários coronavírus são causadores de infeções respiratórias que vão desde a gripe comum a doenças mais graves como a Síndrome Respiratória do Médio Oriente (MERS) e a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS). O coronavírus descoberto mais recentemente causa a doença do coronavírus COVID-19.


    O que é o COVID-19?

    COVID-19 é uma doença infecciosa causada pelo coronavírus mais recentemente descoberto. Este vírus e doença eram desconhecidos antes do surto que começou em Wuhan, na China, em Dezembro de 2019. (1)

    O novo coronavírus, intitulado COVID-19, foi identificado pela primeira vez em Dezembro de 2019, na China, na Cidade de Wuhan. Este novo agente nunca tinha sido previamente identificado em seres humanos, tendo causado um surto na cidade de Wuhan. A fonte da infeção é ainda desconhecida.

    Os Coronavírus são uma família de vírus conhecidos por causar doença no ser humano. A infecção pode ser semelhante a uma gripe comum ou apresentar-se como doença mais grave, como pneumonia.

    Ainda está em investigação a via de transmissão. A transmissão pessoa a pessoa foi confirmada, embora não se conheçam ainda mais pormenores. (2)


    Quais são os sintomas do COVID-19?

    Os sintomas mais comuns do COVID-19 são febre, cansaço, e tosse seca. Alguns pacientes podem sentir dores, congestão nasal, corrimento nasal, dores de garganta ou diarreia. Esses sintomas são geralmente ligeiros e começam gradualmente, Algumas pessoas são infectadas mas não desenvolvem quaisquer sintomas e não se sentem mal. A maioria das pessoas (cerca de 80%) recupera da doença sem necessitar de tratamento especial. Cerca de 1 em 6 pessoas infectadas com o COVID-19 fica severamente doente e desenvolve dificuldades respiratórias. Pessoas com mais idade, e com outros problemas médicos como pressão alta, problemas cardíacos ou diabetes, têm maior probabilidade de desenvolver problemas mais sérios. Pessoas com febre, tosse e dificuldade em respirar devem procurar ajuda médica.


    Como é que o COVID-19 se propaga?

    As pessoas podem contrair COVID-19 através de outras pessoas infectadas com o vírus. A doença pode-se espalhar de pessoa para pessoa através de pequenas gotículas provenientes do nariz ou boca que são espalhadas quando a pessoa com COVID-19 tosse, espirra ou exala. Essas gotículas depositam-se em objetos e superfícies à volta da pessoa. Outras pessoas são infetadas com o COVID-19 por tocarem nesses objetos ou superfícies, e depois tocarem nos seus olhos, nariz ou boca. Uma pessoa pode também contrair o COVID-19 se inalar gotículas de uma pessoa infetada com COVID-19 que tussa, espirre ou exale essas gotículas. É essa razão pela qual é importante manter uma distância mínima de um metro de alguém que esteja doente. A OMS continua a acessar as investigações em curso sobre as maneiras como o COVID-19 se espalha e continuará a partilhar os resultados que forem surgindo.


    O Vírus que causa o COVID-19, pode ser transmitido pelo ar?

    Até à data, estudos sugerem que o vírus que causa o COVID-19 é principalmente transmitido através de contacto com gotículas respiratórias ao invés de pelo ar.
    Ver resposta anterior "Como é que o COVID-19 se propaga?"


    É possível ser infectado com COVID-19 por alguém que não apresenta sintomas?

    O principal meio pelo qual a doença se espalha é através de gotículas expelidas por alguém a tossir. O risco de apanhar COVID-19 de alguém sem quaisquer sintomas é muito baixo. Isto é particularmente verdade nos estágios iniciais da doença. É portanto possível apanhar o COVID-19 de alguém que tenha, por exemplo, apenas uma tosse leve e não se sinta doente.A OMS continua a acessar as investigações em curso sobre o período de transmissão do COVID-19 e continuará a partilhar os resultados que forem surgindo.


    Posso contrair COVID-19 através das fezes de alguém com a doença?


    O risco de contrair COVID-19 através das fezes de alguém infectado parece ser baixo. Embora investigações iniciais sugerissem que o vírus poderia estar presente em fezes em alguns casos, propagação por este meio não é uma das características principais deste surto. A OMS continua a acessar as investigações em curso sobre as maneiras como o COVID-19 se espalha e continuará a partilhar os resultados que forem surgindo. No entanto, como não deixa de ser um risco, é mais uma razão para lavar as mãos, após usar a casa de banho e antes de comer.


    O que posso fazer para me proteger e prevenir a propagação da doença?

    - MEDIDAS DE PROTECÇÃO PARA TODOS

    Mantenha-se actualizado com a mais recente informação sobre o surto de COVID-19, através do site da OMS ou do SNS (Serviço Nacional de Saúde). Muitos países viram surgir casos de COVID-19 e outros sofreram surtos.
    Autoridades na China e outros países conseguiram abrandar ou parar os seus surtos. No entanto a situação é imprevisível, por isso mantenha-se a par das últimas notícias através de fontes fiáveis.

    Pode reduzir as probabilidades de ser infectado ou espalhar o COVID-19 tomando algumas simples precauções:

    - Limpar frequentemente e cuidadosamente as mãos com um gel desinfectante à base de álcool ou lave-as com água e sabão.
    Porquê? Lavar as mão com sabão e água ou usar um gel desinfectante mata o vírus que possa estar nas suas mãos.

    - Mantenha pelo menos um metro de distância entre si e alguém que esteja a tossir ou espirrar.
    Porquê? Quando alguém tosse ou espirra essa pessoa pulveriza pequenas gotículas dos seus narizes ou bocas que podem conter o vírus. Se estiver demasiado próximo pode inalar essas gotículas, incluíndo o vírus COVID-19 se essa pessoa estiver infectada.

    - Evite tocar nos seus olhos, nariz e boca.
    Porquê? As suas mãos tocam regularmente muitas superfícies que podem conter o vírus. Uma vez contaminadas, as mãos podem transferir o vírus para os seus olhos, nariz e boca. Por aí o vírus pode entrar no seu corpo e infectá-lo.

    - Tente sempre, você e quem está à sua volta, seguir uma boa higiene respiratória. Isto significa tapar a sua boca e nariz com o cotovelo flectido ou um lenço de papel descartável quando tosse ou espirra. Livre-se do lenço de papel imediatamente após o uso.
    Porquê? Gotículas espalham o vírus. Ao seguir uma boa higiene respiratória está a proteger as pessoas à sua volta de vírus como o da constipação, gripe e COVID-19.

    - Fique em casa se não se sentir bem. Se tiver febre, tosse e dificuldade em respirar procure atenção médica e ligue com antecedência. (Saúde 24: 808 24 24 24). Siga as indicações do seu médico ou autoridade de saúde local.
    Porquê? Autoridades nacionais e locais têm a informação mais actualizada sobre a situação na sua área. Ligar com antecedência vai permitir que o prestador de cuidados médicos o dirija para o estabelecimento médico mais apropriado. Isto irá também protegê-lo e ajudar a prevenir a propagação de vírus e outras infecções.

    - Mantenha-se a par dos mais recentes focos de COVID-19 (cidades ou áreas onde o COVID-19 está mais propagado). Se possível, evite viajar para estes locais - particularmente se tiver idade mais avançada e/ou tiver diabetes, problemas cardíacos ou respiratórios.
    Porquê? A probabilidade de contrair COVID-19 é superior nestas áreas.

    MEDIDAS PREVENTIVAS PARA PESSOAS QUE TENHAM VISITADO RECENTEMENTE (ÚLTIMOS 14 DIAS) ÁREAS ONDE O COVID-19 ESTÁ EM PROPAGAÇÃO

    - Siga as instruções indicadas acima (- MEDIDAS DE PROTEÇÃO PARA TODOS)
    Mantenha-se isolado, ficando em casa se não se sentir bem, mesmo com sintomas ligeiros como dores de cabeça, febre baixa (37.3 graus centígrados ou mais), e ligeiro corrimento nasal, até recuperar. Se for essencial que alguém lhe traga suprimentos ou precise de sair, (por exemplo, para comprar comida), use uma máscara para evitar infectar outras pessoas.
    Porquê? Evitar contactar outras pessoas e visitar estabelecimentos médicos permite que estes estabelecimentos operem mais eficazmente e ajuda a protegê-lo a si e outros do COVID-19 e outros vírus.

    - Se desenvolver febre, tosse e dificuldade em respirar, procure atenção médica imediatamente pois isso pode dever-se a uma infecção respiratória ou outra condição mais séria. Ligue com antecedência e transmita toda e qualquer informação sobre viagens recentes e/ou contacto com outros viajantes.
    Porquê? Ligar com antecedência permitirá que o prestador de apoio médico o dirija para o estabelecimento médico apropriado. Isto irá também prevenir a possível propagação do COVID-19 e outros vírus.


    Quão provável é eu contrair o COVID-19?

    A probabilidade depende de onde se encontra, e mais especificamente, se existe um surto de COVID-19 a desenrolar-se nessa área.
    Para a maioria das pessoas na maioria das localizações o risco de contrair COVID-19 é ainda baixo. No entanto, há agora locais em todo o mundo (cidades ou determinadas áreas) onde o vírus se está a espalhar. Para pessoas a viver ou a visitar essas áreas o risco é maior, Governantes e autoridades de saúde estão a tomar medidas vigorosas sempre que um novo caso de COVID-19 é identificado. Cumpra rigorosamente todas as restrições de viagem, deslocação ou grandes aglomerações. Cooperar com os esforços de controlo da doença irá reduzir o risco de contrair ou espalhar o COVID-19.
    Os surtos de COVID-19 podem ser contidos e a transmissão reprimida, como é evidente na China e outros países. Infelizmente, novos surtos podem imergir rapidamente. É importante estar a par da situação na sua área ou onde pretende deslocar-se. A OMS publica atualizações diárias da situação do COVID-19 a nível mundial. Pode vê-las aqui: https://www.who.int/emergencies/diseases/novel-coronavirus-2019/situation-reports/ (inglês)


    Devo preocupar-me com o COVID-19?

    A doença causada pelo COVID-19 é geralmente ligeira, especialmente em crianças e jovens adultos. No entanto, pode causar adoecimento grave. Cerca de 1 em cada 5 pessoas necessita de tratamento hospitalar. É por isso normal as pessoas preocuparem-se em como o surto de COVID-19 afetará a suas vidas e dos seus entes queridos.
    Podemos canalizar estas preocupações para ações que nos protejam a nós, aos nossos entes queridos, e à nossa comunidade. As mais importantes destas ações são lavar as mãos regularmente e cuidadosamente, e ter uma boa higiene respiratória. Em segundo lugar, mantenha-se informado e diga os conselhos das autoridade médicas locais, incluindo todas as restrições de viagem, deslocação ou grandes aglomerações.
    Saiba mais em https://www.who.int/emergencies/diseases/novel-coronavirus-2019/advice-for-public (inglês)


    Quem corre risco de desenvolver doença mais grave?

    Ainda estamos a aprender como o COVID-19 afeta as pessoas, mas pessoas mais idosas com doenças pré-existentes (tensão arterial alta, doença cardíaca, doença respiratória, cancro ou diabetes) parecem ser mais suscetíveis a desenvolver condições mais graves que outras.


    Antibióticos são efectivos para prevenir ou tratar o COVID-19?

    Não. Antibióticos não funcionam contra vírus, apenas infeções bacterianas. O COVID-19 é causado por um vírus, logo antibióticos são inúteis.


    Existem algum medicamento ou terapia que cure ou previna o COVID-19?

    Embora alguns medicamentos ocidentais, tradicionais ou caseiros consigam aliviar os sintomas do COVID-19, não existem quaisquer provas que os medicamentos atuais consigam prevenir ou curar esta doença. A OMS não recomenda auto-medicação de qualquer medicamento, incluindo antibióticos, como prevenção ou tratamento do COVID-19. No entanto, há vários testes clínicos em curso que incluem ambas medicinas ocidentais e tradicionais. A OMS continuará a disponibilizar informação atualizada assim que algum resultado esteja disponível.


    Existe alguma vacina, droga, ou tratamento para o COVID-19?

    Ainda não. Até à data, não existe qualquer vacina ou medicamento anti-viral para prevenir ou tratar o COVID-19. No entanto, quem for afetado pela doença deve receber tratamento para aliviar os sintomas. Pessoas em condição séria devem ser hospitalizadas. A maioria dos pacientes recupera graças a tratamento de apoio.
    Possíveis vacinas e tratamentos com drogas específicas estão sob investigação e a ser testadas em ensaios clínicos. A OMS está a coordenar esforços para desenvolver vacinas e medicamentos que previnam e tratem o COVID-19.
    A maneira mais efetiva de se proteger a si e quem está à sua volta contra o COVID-19 é limpar frequentemente as mãos, cobrir a boca e nariz com o cotovelo dobrado ou um lenço descartável, e manter uma distância de pelo menos um metro entre si e alguém que esteja a tossir ou espirrar (ver acima MEDIDAS DE PROTEÇÃO PARA TODOS)


    O COVID-19 é o mesmo que o SARS?

    Não. O vírus que causa o COVID-19 e o que causou o surto de SARS em 2003 são relacionados entre si geneticamente, mas as doenças que causam são bem diferentes.
    SARS é mais mortal, mas muito menos infeccioso. Não houve surtos de SARS em qualquer parte do mundo desde 2003.



    Devo usar uma máscara para me proteger?

    Use máscara apenas se apresentar sintomas do COVID-19 (em particular tosse) ou se estiver a cuidar de alguém com COVID-19. Máscaras descartáveis só devem ser usadas uma vez. Se não estiver doente ou a tratar de alguém que esteja, está a desperdiçar uma máscara. Existe uma escassez de máscaras a nível mundial, pelo que a OMS aconselha a um uso cuidadoso das máscaras.
    A OMS aconselha o uso racional de máscaras médicas para evitar o desperdício e mau uso de máscaras. (https://www.who.int/emergencies/dis...9/advice-for-public/when-and-how-to-use-masks - inglês)


    Como colocar, usar, tirar e livrar-me de uma máscara?

    1-Lembre-se, a máscara só deve ser usada por pessoal médico, auxiliares de saúde/idosos ou indivíduos com sintomas respiratórios, como febre ou tosse.

    2-Antes de tocar na máscara, limpe as mãos com um gel desinfetante à base de álcool ou lave-as com sabão e água.

    3-Verifique se a máscara tem algum rasgo ou buraco.

    4-Oriente a máscara na posição correta (tira metálica para cima).

    5-Certifique-se que o lado exterior da máscara está virado para fora.

    6-Coloque a máscara na cara. Aperte a tira de metal ou molde a máscara ao contorno da sua face.

    7-Certifique-se que a máscara cobre a sua boca e queixo.

    8-Após o uso, retire a máscara; remova os elásticos detrás das suas orelhas enquanto mantém a máscara afastada da sua cara e roupas, para evitar tocar superfícies potencialmente contaminadas da máscara.

    9-Coloque a máscara num contentor fechado imediatamente após o uso.

    10-Limpe imediatamente as mãos com gel desinfetante à base de álcool ou lave-as cuidadosamente com água e sabão.



    Qual é o período de incubação do COVID-19?

    Período de incubação é o tempo entre apanhar o vírus e apresentar os sintomas da doença. A maioria das estimativas vão de 1 a 14 dias, sendo a média cerca de 5 dias. Estas estimativas serão atualizadas à medida que mais informação ficar disponível.


    Os humanos podem ser infetados com o COVID-19 através de uma fonte animal?


    Os coronavírus são uma grande família de vírus que são comuns em animais. Ocasionalmente, pessoas são infetadas com estes vírus, e depois espalham-nos para outras pessoas. Por exemplo, o SARS-CoV foi associado com a Civeta Africana, e o MERS-CoV é transmitido por dromedários. As possíveis origens do COVID-19 ainda não foram confirmadas.
    Para se proteger, quando por exemplo visita mercados de animais, evite contacto direto com animais e superfícies em contacto com os animais. Certifique-se de que há boas práticas alimentícias. Manipule carne crua, leite ou órgãos de animais com cuidado para evitar contaminação de comida por cozinhar e evite consumir produtos animais crus ou mal cozidos.


    Posso apanhar COVID-19 do meu animal de estimação?

    Não. Não existe qualquer evidência que animais de companhia como cães e gatos tenham sido infetados ou possam transmitir o vírus que causa o COVID-19.


    Quanto tempo sobrevive o COVID-19 em superfícies?

    Não existem certezas de quanto tempo o COVID-19 consegue sobreviver em superfícies, mas parece comportar-se como outros coronavírus.
    Estudos sugerem que os Coronavírus (incluindo informação preliminar sobre o COVID-19) podem persistir em superfícies desde algumas horas até vários dias. Isto pode variar dependendo de diversas condições (tipo de superfície, temperatura ou humidade do ambiente).


    É seguro receber uma encomenda proveniente de uma área onde haja um surto de COVID-19?

    Sim. A probabilidade de uma pessoa infetada contaminar um bem comercial é baixa, e o risco de apanhar o vírus que causa o COVID-19 de uma embalagem que foi movida, viajou, e foi exposta a diferentes condições e temperaturas é também baixa.


    Há algo em particular que não deva fazer?

    As seguinte medidas NÃO SÃO efectivas contra o COVID-19 e são prejudiciais:

    - Fumar
    - Usar várias máscaras
    - Tomar antibióticos (ver "Existem algum medicamento ou terapia que cure ou previna o COVID-19?")

    Fontes:
    (1) https://www.who.int/es/emergencies/...rus-2019/advice-for-public/q-a-coronaviruses# Traduzido pelo @Necrom
    (2) https://www.dgs.pt/pagina-de-entrada3/corona-virus/novo-coronavirus-covid-19-o-que-e-.aspx
     
    Última edição: 12 de Março de 2020
  3. Metro

    Metro Benevolent Dictator For Life
    Staff Member

    Fonte fidedigna de informação dirigida a profissionais

    UpToDate
    https://www.uptodate.com/contents/coronavirus-disease-2019-covid-19

    Dynamed
    https://www.dynamed.com/condition/covid-19-novel-coronavirus

    BMJ Best Practice
    https://bestpractice.bmj.com/topics/en-gb/3000168

    NCBI
    https://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/NBK554776/

    --------------------------------------------------------------------

    ORGANIZAÇÕES NACIONAIS

    DGS
    https://covid19.min-saude.pt/

    Ministério da Saúde – últimas informações
    https://covid19.min-saude.pt/ultimas-informacoes/

    SNS24
    https://www.sns24.gov.pt/tema/doencas-infecciosas/coronavirus/covid-19/

    Associação Nacional de Médicos de Saúde Pública
    https://www.anmsp.pt/covid19

    Sociedade Portuguesa de Medicina Interna
    https://www.spmi.pt/coronavirus/

    Sociedade Portuguesa de Pneumologia
    https://www.sppneumologia.pt/noticias/webinar-sobre-covid-19-hoje-12-de-marco-as-2100-horas

    Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar
    http://www.apmgf.pt/apmgfcms/dist/apmgf/home/home.html

    Partilha de ideias
    https://www.science4covid19.pt/


    ---------------------------------------------------------------------

    ORGANIZAÇÕES INTERNACIONAIS

    WHO
    https://www.who.int/emergencies/diseases/novel-coronavirus-2019

    CDC
    https://www.cdc.gov/coronavirus/2019-ncov/index.html

    CDC health professionals - https://www.cdc.gov/coronavirus/2019-nCoV/hcp/index.html

    CDC infection control - https://www.cdc.gov/infectioncontrol/guidelines/environmental/background/air.html#c2c

    ECDC
    https://www.ecdc.europa.eu/en/novel-coronavirus-china

    Johns Hopkins
    https://systems.jhu.edu/research/public-health/ncov/

    NHS
    https://www.nhs.uk/conditions/coronavirus-covid-19/

    UNICEF - Brasil
    https://www.unicef.org/brazil/coronavirus-o-que-os-pais-precisam-saber

    American Society of Anesthesiologists
    https://www.asahq.org/about-asa/gov.../committee-on-occupational-health/coronavirus

    ---------------------------------------------------------------------

    DIRECTIVAS RADIOLOGIA

    ACR Recommendations Chest CT and Radiography

    https://www.acr.org/Advocacy-and-Ec...graphy-and-CT-for-Suspected-COVID19-Infection


    SITES CIENTÍFICOS PARA RADIOLOGISTAS

    JACR WRNTK
    https://www.acr.org/Advocacy-and-Ec...logists-Need-to-Know-About-COVID-19-Pneumonia

    RSNA
    https://pubs.rsna.org/2019-nCoV

    AJR
    https://www.ajronline.org/topic/cov19





    Questões a clarificar

    Distância mínima de segurança?
    A OMS refe "Uma pessoa pode também contrair o COVID-19 se inalar gotículas de uma pessoa infetada com COVID-19 que tussa, espirre ou exale essas gotículas. É essa razão pela qual é importante manter uma distância mínima de um metro de alguém que esteja doente. A OMS continua a acessar as investigações em curso sobre as maneiras como o COVID-19 se espalha e continuará a partilhar os resultados que forem surgindo." Já se refere como 2 metros essa distância de segurança. É algo dinâmico e que pode alterar com o tempo.

    Pode-se ser infetado mais do que uma vez?
    Ainda não há uma resposta definitiva. Aparentemente há uma imunidade temporária (inserir fonte...... ) que vai reduzindo com o tempo. Outra possível explicação pode ser que o doente na verdade nunca fique totalmente curado (validar também esta informação).
    https://globalnews.ca/news/6623287/coronavirus-multiple-infections/

    ------------------------------------------------------------------------


    http://asset.youoncdn.com/ab296ab30c207ac641882479782c6c34/7d796ac727e07491deb3216d6980b592.pdf

    Artigos científicos:

    Preparing for COVID-19: early experience from an intensive care unit in Singapore


    Are patients with hypertension and diabetes mellitus at increased risk for COVID-19 infection?
    https://www.thelancet.com/journals/lanres/article/PIIS2213-2600(20)30116-8/fulltext
    Ver a propósito: https://observador.pt/2020/03/15/tomar-ibuprofeno-agrava-a-infecao-da-covid-19/

    https://www.cell.com/pb-assets/products/coronavirus/CELL_CELL-D-20-00739.pdf

    ----------

    Apresentação da técnica correta a utilizar na colocação e remoção de EPI em procedimentos invasivos das vias respiratórias



    Técnica de colheita de material biológico - Amostra para teste SARS-CoV-2



    Como se transmite o vírus

    https://youtu.be/EPNBHuu755E
     
    Última edição: 12 de Abril de 2020
  4. Metro

    Metro Benevolent Dictator For Life
    Staff Member

    Traduzimos as orientações da OMS para cuidar doentes infetados com COVID-19 em casa. Num comentário, a primeira parte tem diretrizes que fazem todo o sentido e corretas, a segunda parte referente à deslocação do doente infetado não está adaptado à nossa realidade. Fica para já atendendo que se trata de uma tradução.

    Orientações para cuidar de doentes infetados com COVID-19 em casa - OMS


    https://apps.who.int/iris/bitstream/handle/10665/330673/9789240000872-spa.pdf

    Como se sabe ainda pouco sobre a doença 2019-nCoV e seus mecanismos de transmissão, a OMS recomenda que todos os casos suspeitos sejam isolados e hospitalizados, por questões de segurança e qualidade dos cuidados (se os sintomas piorarem) ) como proteção da saúde pública.

    No entanto, em algumas circunstâncias, pode ser necessário avaliar outros meios(1) para a prestação de cuidados de saúde, por exemplo, se não houver camas hospitalares ou todas as garantias de segurança (capacidade limitada ou incapacidade de fazer face a toda a procurado por cuidados de saúde) ou se o doente recusa hospitalização após receber todas as informações pertinentes.

    Em qualquer circunstância, que apresentem sintomas leves(2), e não sofrem de doenças cronicas subjacentes, como doenças cardíacas ou pulmonares, insuficiência renal ou distúrbios associados à imunossupressão, aumentando o risco de complicações, os doentes podem ser atendidos em casa. O mesmo princípio de atendimento domiciliário é válido para doentes sintomáticos que podem receber alta hospitalar. A decisão deve ser tomada com criterioso julgamento clínico e com base na avaliação da segurança do ambiente doméstico do doente(3).

    Deve ser mantido um canal de comunicação aberto com um profissional de saúde durante toda a duração do atendimento do paciente em casa, ou seja, até que ele se recupere completamente. O pessoal de saúde deve participar da vigilância epidemiológica no ambiente do paciente, a fim de detetar sintomas entre os seus contactos(3), por telefone e, se possível, pessoalmente e em intervalos regulares (por exemplo, diariamente), realizando testes diagnósticos necessário.

    Além disso, será necessário educar o doente e as pessoas que vivem na mesma casa sobre higiene pessoal, medidas básicas de prevenção e controle de infeções, sobre a melhor maneira de cuidar dos supostos infetados e sobre prevenção de contágio nos contactos domésticos, fornecendo apoio, informações e vigilância constante. O doente e a família, por sua vez, devem seguir as seguintes recomendações:

    - Instalar o doente numa divisão separada e bem ventilada.

    - Limitar o número de pessoas que cuidam do doente; Idealmente, deve ser feito por uma pessoa que esteja de boa saúde e que não tenha doenças de risco. Não permitir visitas.

    - Os outros habitantes da casa devem permanecer numa divisão distinta; se isso não for possível, devem manter uma distância mínima de um metro do doente (por exemplo, dormindo em camas separadas)(4).

    - Limitar o movimento do paciente e minimizar os espaços compartilhados (por exemplo, cozinha, casa de banho), garantindo que sejam bem ventilados (por exemplo, deixando as janelas abertas).

    - O profissional de saúde deve usar uma máscara bem ajustada no rosto quando está na mesma divisão que o doente. A máscara não deve ser tocada ou manipulada enquanto a estiver a usar. Se ficar molhada ou manchada de secreções, deve ser trocada imediatamente. A máscara deve ser descartada após o uso e as mãos devem ser lavadas cuidadosamente após a remoção.

    - Aplique medidas de higiene das mãos(2) após qualquer contacto com o doente ou seu ambiente imediato, bem como antes e após a preparação dos alimentos, antes de comer, depois de usar a casa de banho e sempre que sujar as mãos. Se não houver sujidade visível nas mãos, loções à base de álcool também podem ser usadas. Quando houver sujidade visível, as mãos devem ser lavadas com água e sabão. Antes de recomendar loções à base de álcool para uso doméstico, considere os riscos potenciais (por exemplo, ingestão acidental, fogo etc.)

    - Para secar as mãos após lavar com sabão e água, é preferível usar toalhas de papel descartáveis. Caso contrário, uma toalha de pano será usada exclusivamente para esse fim, substituindo-a quando estiver molhada.

    - Todas as pessoas devem seguir sempre as medidas de higiene respiratória, principalmente as que estão doentes. Higiene respiratória significa cobrir a boca e o nariz ao tossir ou espirrar, com máscaras médicas ou de pano, com tecidos ou com o cotovelo e depois lavar as mãos.

    - Descarte os materiais usados para cobrir a boca e a boca. nariz ou lave-os adequadamente (por exemplo, lavar tecidos com sabão e água corrente ou detergente).

    - Evite o contacto direto com fluidos corporais, principalmente secreções orais, respiratórias e fezes. Use luvas descartáveis em contacto com a boca, o nariz, ao manusear fezes, urina e resíduos. Lavar as mãos antes e depois da remoção das luvas.

    - Luvas, lenços, máscaras e todos os resíduos gerados pelo doente ou pelo paciente devem ser colocados num recipiente com uma bolsa, dentro do quarto do paciente. até que seja descartado juntamente com o lixo doméstico em geral(5).

    - Evitar outras formas de exposição a pessoas doentes ou objetos contaminados no seu ambiente imediato (por exemplo, não partilhe escovas de dentes, cigarros, talheres, pratos, bebidas, toalhas, esponjas, lençóis, etc.). Lave com sabão e água ou detergente após cada uso, não é necessário descartar.

    - Limpe e desinfete frequentemente as superfícies que estiveram em contacto com o doente, como a mesa de cabeceira, a estrutura da cama e outros móveis do doente, com desinfetante doméstico contendo uma solução diluída de lixívia diluída(6) (1% de lixívia e 99% de água).

    - Limpe e desinfete as superfícies da sanita e casa de banho pelo menos uma vez ao dia com um desinfetante doméstico composto por solução diluída de água sanitária6 (1% de lixívia e 99% de água) • Lave roupas, lençóis, toalhas, etc, do doente com sabão e água comuns, ou máquina a 60°-90°C com detergente comum e deixe-os secar bem. A roupa contaminada deve ser colocada em um saco até a hora de lavá-lo. Não agite a roupa suja e evite o contacto direto da pele e da roupa com materiais contaminados.

    - Use luvas descartáveis e roupas de proteção (por exemplo, aventais de plástico) para limpar e manipular superfícies, roupas ou lençóis manchados com fluidos corporais. Higiene das mãos antes e depois da remoção das luvas.

    - As pessoas com sintomas devem ficar em casa até que o quadro clínico reverta ou os testes à presença de vírus sejam negativos (2 testes negativos em pelo menos 24 horas).

    - São considerados contactos todas as pessoas que vivem no domicílio, a sua saúde deve ser monitorizada da seguinte forma:

    - Se um dos contactos mostrar sintomas de infeção respiratória aguda - febre, tosse, dor de garganta e dificuldade respiratória - siga as recomendações de saúde pública descritas de seguida.

    Os profissionais de saúde que prestam atendimento ao domicilio devem realizar uma avaliação de risco para escolher o equipamento de proteção individual mais adequado.

    Gestão dos contactos

    Alguns dados permitem supor que 2019-nCoV seja transmitido entre seres humanos; portanto, as pessoas que foram expostas a suspeitas de infeção (incluindo profissionais de saúde) são aconselhadas a estar vigilantes sobre o seu estado de saúde nos 14 dias seguintes ao último contacto e deve ir imediatamente a um serviço de saúde se tiverem algum sintoma - em particular febre, sintomas respiratórios como tosse ou dispneia (sensação de falta de ar) ou diarreia. Será necessário manter um canal de comunicação com um profissional de saúde durante todo o período de observação. O pessoal de saúde deve participar da vigilância epidemiológica na área de contactos por telefone e, se possível, pessoalmente e em intervalos regulares (por exemplo, diariamente), realizando os testes diagnósticos necessários. O profissional de saúde indicará previamente para onde devem ir se um dos contactos ficar doente, qual o meio de transporte mais adequado, quando e onde devem entrar no centro médico designado e quais precauções de controle de infeção devem seguir.

    - Notifique o centro de saúde indicado de que um contacto sintomático se dirige às suas instalações.

    - Durante a viagem, o doente deve usar um máscara.

    - Evite o transporte público o máximo possível; Ligue para uma ambulância ou transfira o paciente para um veículo particular, com as janelas abertas, se possível.

    - O doente deve ser instruído a seguir sempre as medidas de higiene respiratória e das mãos e a ficar o mais longe possível de outras pessoas (a pelo menos um metro de distância), sentado ou em pé, enquanto viaja e dentro do centro de saúde.

    - O contacto e os profissionais de saúde devem seguir as medidas de higiene apropriadas.

    - Superfícies manchadas de secreções, fluidos respiratórios ou corporais durante a viagem devem ser limpos e desinfetados com um desinfetante doméstico padrão, consistindo em uma solução diluída de lixívia(6) (1% de lixívia e 99% de água).
     
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