Mozilla Firefox

Blue Zee

Power Member
Versão 85.0

Version 85.0, first offered to Release channel users on January 26, 2021
We'd like to extend a special thank you to all of the new Mozillians who contributed to this release of Firefox.

At Mozilla, we believe you have a right to privacy. You shouldn’t be tracked online. Whether you are checking your bank balance, looking for the best doctor, or shopping for shoes, unscrupulous tracking companies should not be able to track you as you browse the Web. For that reason, we are continuously working to harden Firefox against online tracking of our users.


New
  • Firefox now protects you from supercookies, a type of tracker that can stay hidden in your browser and track you online, even after you clear cookies. By isolating supercookies, Firefox prevents them from tracking your web browsing from one site to the next.

  • It’s easier than ever to save and access your bookmarks. Firefox now remembers your preferred location for saved bookmarks, displays the bookmarks toolbar by default on new tabs, and gives you easy access to all of your bookmarks via a toolbar folder.

  • The password manager now allows you to remove all of your saved logins with one click, as opposed to having to delete each login individually.

Fixed

Changed

Enterprise
 
A Mozilla está numa situação cada vez mais complicada. Vivem meramente do que a Google paga para que os coloquem como motor de busca predefinido. O Firefox está cada mais isolado em quota de mercado, já tiveram de despedir pessoas... A morte do Firefox e/ou da Mozilla parece eminente e cada vez mais irremediável.
 

H-Racky

Power Member
Espero que estejas enganado.
Mas se vier mesmo a acontecer, ficará por cá instalada a última versão que estiver disponível aquando do falecimento. Tudo o resto é baseado em Chromium ou Safari para quem tem Mac.
 

PanterA

Power Member
Mesmo que entre em falência, custa-me a crer que ninguém compre a Mozilla. Até porque, e mesmo estando a perder quota de mercado ainda é um dos mais usados e conhecidos.
 
Espero que estejas enganado.
Mas se vier mesmo a acontecer, ficará por cá instalada a última versão que estiver disponível aquando do falecimento. Tudo o resto é baseado em Chromium ou Safari para quem tem Mac.

O mercado dos browsers está irremediavelmente perdido, seja para a Google seja para a Microsoft que está a fazer um regresso se bem que aos poucos e tímido mas que já lhes rendeu o 2 lugar em desktop, mas até uma empresa da magnitude da Microsoft teve de se render ao Chromium por isso veja-se bem. A web vive de standards. E o Chromium é um standard. Se bem que é um standard nas mãos de uma gigante e isso tem de mudar. Não há mal de o motor de renderização ser um standard, como o é o HTML5 e que matou o Flash. Esse standard não pode é estar nas mãos de uma empresa monopolista/ultra-capitalista como a Google. Mas sim de uma entidade pública e/ou um consórcio de múltiplas empresas a nível mundial (como o USB ou o DisplayPort).

A única empresa capaz de concorrer com a Google é a Microsoft. A Apple vive na sua bolha e contenta-se com os 10% mais ricos. Apenas a Microsoft compete pelo bolo inteiro e tem as bases em recursos humanos, financeiros e logísticos para competir com a Google.

Era bom que a Microsoft fosse dar uma punhalada nas costas da Google e através de usar o seu motor de renderização, ao conquistarem mercado, formassem um novo motor de renderização, totalmente open-source, que fosse um fork do Chromium e por isso não fosse obrigar a grandes mudanças por parte dos devs para que fosse compatível com tudo o que já existe compatível com Chromium. Mas que depois a Microsoft formasse esse consórcio com outras empresas e metessem dessa forma a Google isolada.

A Mozilla, tem de procurar outro negócio ou falir. Ou converter-se ao Chromium.
 

Alexrd

Moderador
Staff
A web vive de standards. E o Chromium é um standard. Se bem que é um standard nas mãos de uma gigante e isso tem de mudar. Não há mal de o motor de renderização ser um standard, como o é o HTML5 e que matou o Flash.

Essa comparação não faz sentido nenhum.

A web "vive" de standards, sim. Web standards. Coisa que nenhum motor de renderização é. E ainda bem. É na competição que existe variedade, melhoria e inovação.
 
Mas os motores de renderização obrigam os devs a maior trabalho. Se todos apenas fizessem as páginas apenas para um motor perdia-se menos tempo nessa parte que podia ser dedicado a outras coisas que poderiam ser mais importantes para o utilizador final. Tu quando usas um browser pensas no motor? Claro que não.
 

Alexrd

Moderador
Staff
O que obriga a mais trabalho é não seguir standards, e não o motor X ou Y.

Eu uso Firefox precisamente por, entre outras coisas, não gostar de Chromium. E sim, isso reflecte-se na diferença de renderização. A existência de opções é algo importante para os utilizadores finais.
 
Em mobile o Firefox não descola. Em desktop anda a perder mercado aos tempos.

Se não for a Google a meter um cheque, o que safa esta empresa? Aliás a Google só mete o cheque para que não lhe apareçam acusações de monopólio... Então financiam a concorrência para que esta continue a "concorrer" com eles.

Mas assim que o Edge ganhar mercado suficiente, que razão continua a Google para manter este financiamento à Mozilla? É que no desktop o Edge já é 2. Se no mobile conseguir um 3 lugar (bastante possível) então há concorrência, além da do Firefox (que cada vez menos é concorrência).
 

ciberg

Moderador
Staff
O mercado do Edge é dos utilizadores que pensam que a internet é o browser e usam o que vem instalados.
A Microsoft tem um histórico péssimo em browsers com os Internet Explorers que eram um pesadelo para um web developer, cada versão obrigava a ter CSS especificas para que as páginas aparecessem correctamente. IMHO Edge sendo baseado em Chromium não vejo que acrescente muito ao mundo dos browsers.

Apesar de estar melhor a MS nunca foi exemplo relativamente a seguir standards, espero que seja desta.
 
Devias experimentar o browser ou procurar sobre o mesmo antes de tirares conclusões tão redutoras. E tens de atualizar essa mentalidade. A Microsoft começou o esforço de seguir os standards desde o Internet Explorer 10 (2012) para cima. E quando não os seguiam era porque não existiam standards e havia a necessidade de a web suportar mais funcionalidade. Até à pouco tempo o Youtube usava a shadow dom v0 API que não é um standard e só funcionava no Chrome e por causa disso o Youtube era lento em todos os browsers exceto nos baseados em Chromium. Não é só a Microsoft que não segue/seguia os standards. :)

O Chromium Edge é mais que um fork do Chrome mas com todas as vantagens de ser o mesmo motor.
-Não tem nada dos serviços da Google. São todos da Microsoft. Para quem quer fugir à Google o mais possível e usa o ecossistema da Microsoft é uma mais valia.
-Tem configurações de privacidade mais agressivas.
-Usa até 23% menos RAM no Windows 10.
-Tem otimizações para usar menos bateria (que eventualmente são implementadas no Chrome).
-Suporta PlayReady DRM que permite ver Netflix a 1080p e 4k.

Sabes, isto já são ódios crónicos e de estimação de várias pessoas contra aquela que é, na minha opinião, a maior e melhor empresa da história da humanidade. A revolução que a MS proporcionou à humanidade ao proporcionar a propagação de tecnologias através da disseminação do seu sistema operativo é incomparável com qualquer feito de qualquer outra empresa que alguma vez tenha ouvido falar. Afinal, o que raio não é feito em Windows ou se foi feito em algo que não Windows, o que fabricou esse algo foi feito em Windows. Desde coisas como mosaicos, lâmpadas, etc, etc, etc, a coisas megalómanas. O IE foi parte disso e ajudou a dessiminar o uso da Internet e a dar a conhecer a mesma à humanidade. Não foi o Firefox ou o Netscape que desbravaram esse caminho. Arrisco-me a dizer que a Google foi criada numa garagem em pc's que corriam Windows. O mesmo para a Amazon. Até os Mac e iPhones são produzidos em linhas que usam... Windows!

Isto só para dizer que... Preparem-se... A MS está a voltar. Aos poucos... Mas está. O Firefox vai ser o primeiro a pagar as favas.
 
Topo