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Partilha O último jogo

Discussão em 'Jogos - Discussão Geral' iniciada por hashshashin, 2 de Agosto de 2010. (Respostas: 2801; Visualizações: 279347)

  1. ShadowPeter

    ShadowPeter Colaborador
    Staff Member

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    The LEGO Movie 2 Videogame - 6/10

    "Partido num monte de peças."

    Versão testada: PlayStation 4 Pro

    Não é a primeira vez nem vai ser a última que iremos ver jogos baseados em filmes. Alguns tiveram sucesso e outros nem por isso. Infelizmente este jogo pertence ao último grupo. E após o filme The LEGO Movie 2: The Second Part ter saído há quase um mês, eis que chega o The LEGO Movie 2 Videogame desenvolvido pela Traveller’s Tales. Personagens como o Emmet, a Lucy ou o Batman estão presentes neste jogo.

    Não, por mais estranho que pareça, o jogo não segue mesmo a história do filme. Bricksburg recebeu visitas indesejáveis (invasores alienígenas) que deixou o sítio de pernas para o ar. Agora a Bricksburg transformou-se numa… Apocalypseburg. Cabe ao Emmet e aos outros heróis irem para sítios estranhos do Systar System para poderem salvar os seus amigos e arrumar com esta ameaça de uma vez por todas. O que sinto em relação ao modo história do jogo, sinto que podia ser ligeiramente mais longo e nota-se que foi muito pouco desenvolvido em comparação com o filme devido à quantidade de enredo importante que deixaram para trás.

    Tal como a maioria dos jogos LEGO da Traveller’s Tales, trata-se de um Free Mode e não muda muito a fórmula, tanto que The LEGO Movie 2 Videogame usa a mesmo jogabilidade do LEGO Worlds. Visualmente, e sendo eu um fã da marca dinamarquesa, o jogo é bom e representa fielmente o que é a LEGO. Porém, há um cenário estranho durante o Free mode no planeta Systarian Jungle. Se eu tentar “pousar” de uma das imensas árvores com um veículo voador, o jogo mata o boneco e veículo. Sei que a maioria do pessoal vai achar este pormenor inútil ou quase e para mim era uma coisa que devia ser rectificada com uma actualização, porque é não coisa que não faz sentido.

    Para além daquilo que eu disse anteriormente, o jogador vai ter que viajar por vários planetas no Systar System ou no Rex-Plorer System para completar quests e sub-quests, apanhar studs, descobrir tesouros, apanhar relíquias, apanhar Master Pieces e construir certos objectos para ultrapassar X obstáculo. Sim podemos construir veículos voadores, carros, motas, barcos, e também podemos construir estruturas, nomeadamente edifícios. Este último, só podemos fazer no planeta Syspocalypstar. Como podem ver, existe muito coisa para fazer.

    Temos itens que nos podem ajudar a fazer imensas coisas. Dando alguns exemplos, a Builder Page ajuda-nos a construir certo tipo de coisas como geradores, veículos ou edifícios. O Scanner Binnoculars pode analisar objectos e desbloquear certos caminhos. Os Danger Fists derrubam certas paredes e facilitam a nossa vida contra os nossos inimigos. A Paint Wand pinta não só os cenários dos planetas mas também objectos que não têm vida. O Jet Wings trata-se de um Jet Pack que no qual podemos voar durante um certo tempo.

    Existem cinco tipos de relíquias que iremos ao obter ao longo do jogo e que podem ser abertas na Shop de cada planeta: Item Relic, que contém armas, stickers e afins, Character Relic, que contém personagens, Construction Relic, que permite construir edifícios e veículos, Super Item Relics, que contém itens com uma super habilidade e as Mega-Relics, que contém um bundle da Item Relic, Character Relic e do Construction Relic. Se obtivermos um item repetido, ganhamos um Mega-Relic Shard e com cinco delas ganhamos um Mega-Relic. Nas Shops também podemos comprar objectos, armas, personagens, veículos e bundles de Bricks. Esses bundles de bricks, sejam eles laranja, branco ou castanho, por exemplo, são usados para construirmos os variados objectos e veículos. Contudo, importa referir que levei com 2 bugs na Shop que me forçaram a reiniciar o jogo. Tudo isto aconteceu ao ter aberto um Mega-Relic. Não conseguia ver os prémios, nem ir para algum lado.

    Por definição, o jogador inicialmente só pode jogar com o Emmet. Mas com o tempo, o jogador vai obtendo mais personagens e vai podendo jogar como o Batman, o Aquaman, a Lucy, o Benny ou a Unikitty. São mais de 100 personagens que o jogador pode utilizar, isto sem contar com a personalização (corpo, braços, mãos, pernas, chapéus, cabelos, cabeças, capas). Conteúdo é coisa que não falta neste jogo da TT. Falando do combate em si do jogo, é extremamente simples e engraçado. Se bem que acho que os bosses deviam ligeiramente mais difícil para tornar a coisa mais desafiante. Mas entende-se que este jogo tenha sido feito para ser acessível para todas as idades.

    Em relação às quests do jogo, deixando de lado a história fraca, não tenho grandes razões de queixa. Mas nas sub-quests, há alguma falta de variedade e acaba por ser um bocado aborrecido. Sim, tal como os restantes jogos LEGO da TT, The LEGO Movie 2 Videogame tem um modo cooperativo local, mas podiam ter implementado um Split-Screen dinâmico para facilitar a vida dos jogadores. A banda sonora é razoável e adequa-se ao tipo de jogo. A câmara, como habitual, é trapalhona nos sítios apertados e os loadings são um bocado longos. Em suma, The LEGO Movie 2 Videogame podia ter sido um jogo melhor, mas o desenvolvimento parece ter sido algo apressado. Aqueles que estão fartos da velha fórmula dos jogos LEGO da TT e que esperam novidades neste jogo não as vão encontrar aqui.

    Veredito: The LEGO Movie 2 Videogame é um jogo engraçado para todas as idades, mas o mau desenvolvimento da história e outros aspectos negativos fazem com que este jogo da TT não seja assim tão bom.
     
  2. Tom Clancy's Rainbow Six Siege - 9/10
     
  3. Medievil

    Medievil Power Member

    PS4 Pro:

    - God of War 3: Remasterizado - 9/10

    Tendo já jogado esta pérola há imenso tempo, na altura em que foi lançado, aproveitei a oferta do plus para regressar a este universo. Foi bom recordar o final da trilogia do Kratos, até mesmo para me preparar para jogar o novo GoW que ainda não tive chance de jogar (e esta já foi das minhas franchises preferidas)

    Em termos do jogo em si, na altura da PS3 considerei-o um dos melhores jogos dessa geração e não acho que tenha envelhecido muito, pelo contrário. Continua a ser bastante divertido, mesmo para a geração atual, e a nova "camuflagem" dada pelo remaster faz-lhe passar facilmente por um jogo da PS4. Não é o meu preferido da franchise, prefiro o segundo em termos de cenário e história, mas este não deixa de ter alguns dos melhores combates da franchise (sem cintco com o novo que ainda desconheço).

    Para aqueles que saltaram logo para o Kratos mais velho, não deixem de conhecer a versão furiosa deste personagem!
     
  4. Vita27

    Vita27 Power Member

    God of war 9/10

    Para mim não saiu nenhum jogo na ps4 melhor que este god of war, quando soube que o god of war fiquei de pé atrás por gostar como eram os outros, hoje penso diferente ainda bem que mudaram.
    Epah desde que comecei a jogar nc mais parei, foi mesmo até platinar.
    Uma coisa que achei podia ter mais boss, para mim o 3 nisso ficou a cima deste.
    Em termos de jogo e história epah esquece.

    Hellblade : senua sacrifice 8/10

    Um jogo que nada sabia dele mas que ouvi falar mto bem dele, para mim com uma história confusa mas que no fim nos explica tudo.
    Não conhecia muito sobre este tipo de doença e por curiosidade fui pesquisar mais sobre esta doença.
    Epah para mim um dos jogos com melhores histórias.
    Só achei os puzzles um bocado seca depois de vários.
    Mas quem não jogou que jogo este jogo, vale mta pena.
     
  5. RuiBK

    RuiBK Power Member

    Metro Exodus

    Em retrospectiva preferia que tivessem ficado pelo esquema anterior(conjunto de níveis lineares dos anteriores vs mistura de níveis lineares com níveis com mapa grande e liberdade de ação o que toca a missões no Exodus l),mas mesmo assim é um belo jogo que nada fica a dever aos outros. Isso e é o início de uma nova história,uma nova fase. O final bom deverá ser o usado para a sequela(e espero que venda bem para ter uma sequela).
    Agora é esperar pela DLC,que comprei a versão fisica com Expansion Pass.
     
  6. Snake Link

    Snake Link Power Member

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    Call of Duty: Modern Warfare Remastered
    8/10

    Para ser sincero nunca fui grande fã de CoD, mas em 2007 joguei este jogo na PS3 e até acho que foi o meu primeiro jogo online que joguei.

    Quando joguei a campanha deste CoD Remastered já nem me lembrava das missões, apenas me lembrava de uma mítica, a famosa missão "Do Sniper." E que missão do caraças. Mas a campanha toda também é bem interessante, dividida em duas personagens e em dois locais diferentes que depois se juntam.
    A campanha é mesmo muito boa e gostei imenso, até a passei duas vezes (porque também quis fazer a Platina) e porque não era enfadonha como muitas campanhas de outros jogos.
    O jogo envelheceu muito bem, para um jogo com mais de 12 anos está muito bom para esta altura. Gráficos muito bons, jogabilidade muito boa mesmo e história no ponto.

    No online, é que já tive algumas dificuldades. Não me recordo bem na PS3 mas o online deste CoD para os dias de hoje é muito limitado em termos de armas, perks para as armas e a sua jogabilidade. Achei um jogo um bocado preso e lento. Apesar dos mapas serem bem pequenos e com pouca gente (12 jogadores) não gostei muito. O que me fazia confusão era o facto de ir a correr e de repente a personagem ficar sem stamania e deixar de correr. Sei que existia um perk que depois alterava isso, mas nem cheguei a desbloquear e penso que mesmo com esse perk isso iria continuar acontecer o que alterava era o tempo da duração da corrida.
    E depois outra coisa que me fazia confusão eram os campers. Ora vamos lá ver, acampar num Battlefield com uma sniper é uma coisa normal. Um mapa do Battlefield é 10 vezes maior que um destes mapas, agora acampar num mapa com 12 jogadores (6vs6) onde para atravessar o mapa a correr demora-se uns 20 segundos? Isto é ridículo.
    E outra coisa que não gostei, o TTK. Aquilo com 3 tiros já estava morto. Nem respirava sequer. E quando digo eu a morrer também o digo a matar.

    Para quem é fã de CoD é uma bom jogo, para mim valeu pela campanha.
     
  7. RuiBK

    RuiBK Power Member

    Acabei a minha primeira playthrough no Detroit:Become Human à coisa de uma hora. Porra,que histórias como a da Kara e Alice destroem-me.
     
  8. FNvS

    FNvS Power Member

    Também terminei à pouco tempo e adorei o jogo, a ver se faço uma segunda ronda porque o jogo merece.
     
  9. ShadowPeter

    ShadowPeter Colaborador
    Staff Member

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    Left Alive - 5.5/10

    "Left 4 Dead."

    Versão testada: Playstation 4 Pro

    Sim, eu sei que quando olharem para o wallpaper do jogo, vão pensar logo na série Metal Gear. E há uma boa razão para isso. Yoji Shinkawa, que esteve presente na Kojima Productions e que trabalhou em Metal Gear, é um dos artistas do Left Alive. Shinji Hashimoto que produziu a série Front Mission, também está presente na produção deste jogo da Square Enix. Pode-se dizer que este Left Alive é uma mistura de elementos de Metal Gear, Front Mission e Armored Core.

    Mikhail Alexandrovich Shuvalov, Olga Sergeyevna Kalinina e o Leonid Fedorovich Osterman são os três principais protagonistas desta aventura, e encontram-se envolvidos numa guerra em Novo Slava. Durante as cutscenes do modo história, podemos fazer várias escolhas que nos podem levar a vários fins. Apesar de não ser uma obra de arte “à lá” Hideo Kojima, no geral gostei da campanha do Left Alive.

    Contudo, o jogo cria primeiras impressões pouco positivas graças aos visuais muito fracos e texturas que precisavam de ser lavadas, fazendo-me sentir por vezes que estava a jogar um jogo da PS3. Entendo que o baixo orçamento não tenha dado para mais, mas não deixa de ser um ponto negativo. Como a jogabilidade do Left Alive tem o ADN do Metal Gear Solid, na maioria dos casos temos que andar sorrateiramente e tentar passar pelas barbas dos nossos inimigos, sempre com atenção a caminhos alternativos. É caso para dizer que vamos lutar contra as probabilidades. Inicialmente é complicado devido ao fato de estarmos penados em termos armas para abater este ou aquele inimigo que está a obstruir o nosso caminho. Mas atenção que as munições são limitadas e é sensato usá-las apenas quando necessário. A nível de arsenal, estão presentes Pistolas, Submachine guns, Assault Rifles, Shotguns, Metralhadoras, Sniper Rifles, e muitas outras armas e ferramentas típicas destes jogos. Se bem que, sendo este um jogo Stealth, não se percebe bem o porquê de não haver armas com silenciadores. Em termos de controlo da mira, não tenho razões de queixa.

    Para além disso, à medida que apanhamos recursos como Latas, Garrafas, Explosivos e Vodka, essas mesmas podem ser utilizadas para fabricarmos cocktails molotov, Latas Explosivas e armadilhas. É um ponto a favor sobre a jogabilidade deste Left Alive. Mas é só mesmo um ponto a favor, porque os problemas não tardam a surgir. A jogabilidade em si é limitada, não dando para deitar ou rastejar, e como se isso não bastasse, os controlos são duros e lentos, o que não ajuda quando estamos a tentar sair de uma situação de high alert. Vi muitas vezes o ecrã de Game Over à conta disso. É como se a equipa de produção tivesse ido buscar inspiração a Metal Gear, sem efectivamente alguma vez ter jogado um Metal Gear.

    Sinto que a detecção dos nossos inimigos precisava de ser revista e corrigida, na medida em que por vezes foi demasiado fácil ser detectado mesmo sem luz. Por exemplo, no caso do Metal Gear Solid V: The Phantom Pain, se o inimigo desconfia de algo, esse inimigo vai a esse local ver as suas suspeitas. Sim, isto também acontece no Left Alive, mas é raro. Na maioria das vezes, o que acontece aqui é que mesmo tentando passar os inimigos ao lado e com cuidado, era o suficiente para ser descoberto e cravejado de tiros. Um ou dois segundos sob essas miras, é mais do que suficiente para entrarmos em alerta máximo.

    Durante as missões do modo campanha, podemos salvar civis das garras dos nossos inimigos e levá-los directamente para a segurança de um abrigo. Em alguns casos, esses civis têm um caminho predefinido até ao destino. Temos de ter cuidado quando mandamos os civis andarem durante esse mesmo caminho, porque podem dar algum “encontrão” com um inimigo e levar chumbo até à morte. O que significa que temos de “limpar” esse caminho, para que esses civis tenham caminho livre. Há, no entanto, um ponto a questionar sobre o sistema de saves. Se o utilizador salvou um civil, o jogo não faz autosave. Com isto quero dizer se o utilizador perder a vida, vai ter que voltar a fazer a mesma tarefa. Também não achei piada nenhuma de não haver autosave quando derrotamos um certo boss. O que não é nada bom, especialmente neste jogo.

    Devem-se ter perguntado porque é que disse que Left Alive tinha ligações com o Armored Core e com Front Mission. Pois bem, com o passar do tempo, vamos tendo a possibilidade de controlar Wanzers, máquinas gigantes. Como seria de esperar, quando entramos no cockpit de um Wanzer, entramos em high alert imediatamente. E também sem surpresa, os Wanzers têm um poderoso arsenal à sua disposição. Porém, os controlos sofrem do mesmo problema que quando estamos fora do mesmo. A rigidez e a lentidão são motivos mais do que suficientes para sermos imensas vezes abatidos pelos inimigos, resultando em pura frustração. E sem esquecer os pequenos solavancos na framerate e do “lutar contra as probabilidades”.

    Quanto à banda sonora, apesar de não ser excelente, é boa e adequa-se bem ao estilo de jogo e às situações presentes. Dito isto, o facto de ter uma banda sonora competente, uma boa história e a possibilidade de fazermos crafting, não faz o Left Alive ser um bom jogo, devido aos imensos problemas que tem a nível de jogabilidade. É caso para dizer que o Metal Gear Solid V: The Phantom Pain ainda não encontrou algum rival à sua altura.

    Veredito: Gráficos medíocres, controlos maus, problemas técnicos e toda uma outra panóplia de situações negativas é mais do que suficiente para sujar um jogo que tinha potencial para muito mais.
     
  10. Leao379

    Leao379 Power Member

    Nier Automata: 8/10
     
  11. RuiBK

    RuiBK Power Member

    Infamous: Second Son


    Surpreendentemente curto,pelo menos tendo em conta as minhas previsões iniciais(já com alguma palha que me estava a custar a fazer,nomeadamente agentes secretos e câmaras escondidas). Mas a experiencia foi divertida,que é o mais importante no fim de contas(tanto mais que estou a ver qual o melhor negócio no que toca a comprar o First Light).

    Ponho isto a meio caminho entre o gore e seriedade dos Prototypes, e a maluquice for the lulz do Saints Row 4.Pena que isto esteja congelado,o Saints Row 4 parece ter sido substituido pelo Agents of Mayhem e a Radical Games fechou com o Prototype a nunca mais ser falado(para lá do remaster). Há o Crackdown 3,mas eles decidiram ficar no passado e continuar com uma história barebones.
     
  12. ilha

    ilha Power Member

    The last guardian 7.5 /10 , boa história e grafismo mas os controlos de personagem e câmara deixam muito a desejar.
     
  13. ValtermcPires

    ValtermcPires Colaborador
    Staff Member

    Call of Duty: Modern Warfare Remastered - 9/10 (PS4)

    Soube muito re-jogar esta masterpiece!! Agora que sai o remaster do MW2 que tenho saudades também.
     
  14. lpmacedo

    lpmacedo Power Member

    Thimbleweed Park 7/10

    Tendo jogado quase todas as aventuras gráficas da Lucasfilm games(maniac Mansion, monkey island, day of tentacle) e guardando grandes recordações destes jogos não poderia deixar de jogar este jogo pois o Ron Gilbert (guionista, programador, produtor de todos os jogos que falei da Lucasfilm) é um dos autores deste jogo.

    O jogo é fiel a essas aventuras gráficas, estilo, gráficos, piadas, poderia ser um jogo lançado na época áurea das aventuras gráficas (apesar de actualmente continuarem a existir e com grande qualidade não gozam do sucesso desses tempos), no entanto a pontuação não é tão alta por o ter achado um pouco mais difícil e existirem algumas acções que mesmo depois de serem descobertas não se tornam óbvias, o facto de existirem várias personagens também aumenta dificuldade. Por isso a partir de determinado ponto usei um walkthrough, a minha idade e tempo já não são os mesmos da época áurea das aventuras gráficas e nessa altura nem Internet tínhamos para procurar soluções. Ainda me lembro de estar a jogar com um amigo e após testar tudo e mais alguma coisa descobrir a solução para um puzzle em que estávamos encalhados..

    Não relacionado com o jogo consegui fazer uma coisa que há pouco tempo não faria, apesar de ter feito limpeza de alguns trofeus missable ficaram-me a faltar 3. O Normal seria fazer outra playtrough para a platina, mas decidi que não repito jogos só com esse objectivo.
     
    Última edição: 28 de Março de 2019
  15. Jesuita

    Jesuita Power Member

    Zelda: Breath of the Wild

    Foi o meu primeiro zelda, depois de ter começado em 2017 na WiiU finalmente acabei esta maravilha na Switch.

    Não é perfeito mas anda bem lá perto.
    Ver se os DLC's mantêm o nível.
     
  16. Jack-O-Lantern

    Jack-O-Lantern Colaborador
    Staff Member

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    Assassin´s Creed Odyssey - 9/10 (Xbox One X)

    Depois de uma maratona de mais de 70 horas, com a exploração quase integral de todo o mapa e ficando a faltar algumas missões secundárias e algumas zonas por explorar, finalmente decidi terminar a main story do Assassins Creed Odyssey.
    Este é um jogo, literalmente, enorme! O mapa é gigante, as regiões imensas e os pontos de interesse em enorme quantidade. A história, nalguns momentos muito bem conseguida, tem um sentimento efectivamente épico de uma cativante odisseia que a nossa heroína (joguei com a Kassandra) tem por diante.

    Eu adorei o jogo e a personagem, com um excelente voice acting, bom humor e presença. Sou fã do estilo AC e tendo já gostado imenso do AC Origins, este jogo manteve-se em grande nível e cativou-me bastante. Não o considero isento de falhas contudo: a enorme dimensão do jogo, não acompanha a diversidade (tanto de paisagens como de atividades) e para o final o sentimento de repetibilidade sem recompensa, começou a vir ao de cima. Nesse aspeto, considero o Origins mais equilibrado e menos "cheio" de atividades repetitivas. As regiões de Odyssey também são bastante semelhantes e podia aqui ter sido mais acentuado a diversidade das diferentes áreas geográficas.

    Hoje vou começar a expansão, mas fica já aqui o meu parecer. Quem adorou o AC Origins vai gostar deste jogo também, o qual tem qualidade e está bastante polido em termos técnicos.

    Fico desejoso que venha um novo AC (lá para 2020), mas, para já, as expansões vão-me continuar a preencher o gosto que tenho pela franchise (na sua ótica de recriação história e de jogabilidade).

    Muito recomendado!
     
  17. ilha

    ilha Power Member

    The walking dead Michone 8.5/10 1000gs easy peasy , mas fora isso adorei a história e a jogabilidade a lá telltale.
     
  18. ShadowPeter

    ShadowPeter Colaborador
    Staff Member

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    Outward - 8/10

    "Quests markers são sobrevalorizados"

    Versão testada: Playstation 4 Pro

    A Nine Dots Studio é uma produtora de jogos indie que tem no currículo jogos como Brand (Xbox 360, PC) e o jogo de combates online no espaço, GoD Factory: Wingmen (PC). E agora temos um jogo Survival fantasiado, chamado Outward, que tem elementos Role-Playing Game nas suas veias.

    Como é habitual em jogos de sobrevivência, começamos por personalizar o nosso avatar. Depois, damos início a uma aventura que nos levará a escolher uma destas três facões do jogo: Blue Chamber, Heroic Kingdom ou Holy Mission. Outward é de um Survival RPG de cariz mais realista. Por outras palavras, um RPG Simulador. Para aqueles que gostam de RPG’s da velha guarda, o Outward é para vocês. Este jogo tem várias áreas inóspitas para explorar e sempre de uma maneira mais realista que o visto até agora neste género.

    Inicialmente vamos ter dificuldades devido a este estilo. Por exemplo, Outward não mostra no mapa onde está o jogador e para nos orientarmos e chegarmos ao nosso destino, é recomendado olhar para o mapa e tentar encontrar pontos de referência. Certo, é possível colocar o nosso waypoint no mapa, mas não adianta muito porque isso não é mostrado na nossa bússola. É perceptível que este título é mais para os jogadores hardcore e não vai agradar a todos. Com isto não quero dizer que seja um ponto negativo para o jogo. Talvez este Outward seja mais feito para os jogadores que jogam Co-Op do que propriamente a Solo. E só para que saibam, só temos um save slot, por outras palavras, não adianta tentar “fintar a morte”.

    Durante as nossas aventuras vamos ter que completar quests e sub-quests. Mas não é só isso, por vezes vamos ter que enfrentar as condições climatéricas adversas. Vamos ter que usar roupas quentes para protegermos do frio, por exemplo. E como se isso não bastasse, criaturas e pessoas nada simpáticas tentam enviar-nos para a morte. Acreditam que vão ter imensas frustrações com a quantidade de mortes que vão ter. Soa estranho de facto mas não ganhamos pontos de experiência ao abatermos os inimigos ou ao completar quests (ganhamos apenas itens). Pelo lado negativo, quando somos mortos ou quando entramos no jogo, levamos com dois desesperantes loadings longos.

    Espadas, Arcos e Machados só são alguns exemplos do arsenal presente neste jogo que podem ser utilizados nos nossos queridos inimigos. Sem esquecer que podem levar uma ajudinha da magia (Skills). Um exemplo disso é o Infuse Light, que temporariamente adiciona danos eléctricos às armas brancas e que também pode ser usado como fonte de luz. Sobre os combates do Outward, devo dizer que são super fluidos e muito agradáveis, algo pouco comum no género de jogos de sobrevivência.

    Uma coisa não menos importante que o resto que já tinha dito é a necessidade de prestar atenção à fome, sede e ao sono da nossa personagem, caso contrário, inevitavelmente morre. Ao comermos ou bebermos alguma coisa pode dar-nos um efeito secundário positivo. Por exemplo, ao bebermos água pura, a nossa Stamina recupera 0.3 por segundo e aumenta as nossas defesas contra as temperaturas quentes. Mas mesmo assim é preciso ter cuidado com aquilo que comemos e bebemos, porque podem dar-nos um efeito secundário negativo a ponto de ser fatal.

    Crafting, como em qualquer outro Survival, é também uma palavra presente neste jogo da Nine Dots Studio. Arrows, Bandages, Campfire Kits, Improvised Bedroll e muitas outras coisas que podem ser aprendidas através dos Scrolls que apanhamos e que podem ser criadas. Tal como já tinha dito é possível jogarmos em cooperativo online ou offline. Falando neste último caso (offline), não tenho notado problemas na questão da performance do jogo.

    Sobre os gráficos, sendo um indie game, estão bem conseguidos e são bem detalhados para o género em que se encontra. Destaco também a banda sonora que é fantástica dando-me a vontade de dizer “Epá, quero estar neste sítio por causa desta música, as quests que fique para depois”. Um trabalho excelente por parte do compositor Jean-Francois Racine. No geral, Outward acaba por ser um jogo muito bom, e aqueles que gostam de jogar em cooperativo ainda vão gostar mais. Já aqueles que não têm paciência para a enorme dificuldade do jogo, não vão achar muita piada. Outward não é um jogo para todos, mas quem tiver perseverança, vai divertir-se à grande.

    Veredito: Um RPG da velha guarda desenvolvido com pés e cabeça pela Nine Dots Studio.
     
  19. hmcb11

    hmcb11 Power Member

    Watch Dogs 2 (PS4) - 8.5/10

    Joguei uma versão trial que anda pela store e acabei por comprar o jogo em promoção, e ainda bem que o fiz. O fiasco que foi o primeiro fez-me passar ao lado do jogo quando saiu, mas ainda bem que encontrei o trial para perceber o que andava a perder.

    A história, personagens, cenários estão todos muito bons, mas o melhor mesmo para mim é o gameplay. As formas diferentes como podemos ultrapassar cada missão são infindáveis. Mais, para quem como eu é fã de jogos stealth este jogo é mesmo obrigatório. Fiz todas as missões da história sem disparar um único tiro letal, com a exceção de uma, e apenas porque o jogo assim nos obriga.

    Era gajo para fazer uma análise mais à séria deste jogo mas vou antes fazer as side ops agora. ;)
     
  20. JoaoRibeiro24

    JoaoRibeiro24 Power Member

    Se gostaste da história deste (que diga-se, é só para dizer que tem) deverias ter gostado muito mais do 1. Pode ter os seus problemas, mas a história do jogo é muito boa!