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Discussão em 'Jogos - Discussão Geral' iniciada por hashshashin, 2 de Agosto de 2010. (Respostas: 2728; Visualizações: 267216)

  1. djm

    djm Power Member

  2. Sacripanta

    Sacripanta SuperModeradorzinho
    Staff Member

    [​IMG]

    Kingdom Come Deliverance - 8/10.


    Acabei-o ontem e tenho que começar por dizer que o jogo valeria um 9 não fossem os bugs. Joguem isto.

    A atenção ao detalhe histórico (real e inventado) é impressionante, a história (principal) é empolgante e as mecânicas para subida de skill estão bem implementadas.

    O jogo permite várias abordagens às missões e, não sendo propriamente difícil, também não leva o jogador ao colo.

    Infelizmente (na XBOX) com a ausência de mods os bugs são demasiado evidentes e podem, nalgumas situações, quebrar a imersão, já que ver malta sem pernas de vez em quando ainda se desculpa, ver as texturas dos equipamentos, pele, etc. a transformarem-se à nossa frente como se de um sonho psicadélico se tratasse torna-se exasperante ao fim de algum tempo.

    Houve alturas em que durante alguns diálogos com o sir Radzig via o bigode do homem fazer uma pausa para café para logo regressar na frase seguinte. Idem sobranceiras e lábios de vários NPCs. Era demasiado comum.
    Felizmente só por uma vez fui obrigado a recomeçar uma quest por causa de um bug, menos mal.

    Isto não devia acontecer num produto finalizado há quase ano e meio, sobretudo quando tudo o resto é muito, muito acima da média.

    Fora esses fenómenos paranormais, o jogo é a vida medieval ao alcance dos dedos.
    Não é um GTA medieval (nem o pretende ser) e tem, apesar das boas ideias, pormenores que precisam de afinação (não permite manter cavalos roubados, por exemplo).

    Para quem gosta de platinar tem aqui muito que fazer, desde alquimia à caça, o que não falta é actividades com que se entreterem.

    Fiquei desiludido com o final. Não é que seja mau mas...

    Agora é dizer adeus ao Henry e sus muchachos e escolher entre Vampyr, Assassins Creed Odyssey e RDR2. Há dilemas piores. :D
     
  3. dig_it

    dig_it Power Member

    BioShock: The collection

    Bioshock 1

    Não tinha jogado isto na ps3 por nao ter tido a consola e tenho a dizer que para um jogo de 2007 envelheceu bastante bem.

    A história achei excelente, bastante original face ao que se vai vendo nos dias de hoje só peca por nao ter umas cutscenes pelo meio. A jogabilidade está bastante boa e com um sistema de progressão adequado com um unico defeito a apontar que é o sistema de vita-chamber onde se pode morrer varias vezes retirando vida aos inimigos aos poucos e sem gastar health. A nivel de som nada a apontar com uma excelente banda sonora. Graficamente os 60fps foram praticamente fixos e os gráficos ate estavam porreiros face aos anos que o jogo já tem.

    Fiquei logo com vontade de começar o 2º.

    Nota final: 9/10
     
  4. RuiBK

    RuiBK Power Member

    Middle Earth: Shadow of War(jogo base+Blade of Galadriel+Desolation of Mordor)

    Tal como o primeiro,é muita fruta(pese embora aqui também seja um caso de também depender do quão a fundo se quer ir). Um mês para acabar o jogo base+DLC e limpar os achievements quase todos(deixei para aí 6 ou 8,mas só faço questão de sacar mais 2 ou 3 em próximas playthroughs).

    Já o jogo jogado em si,a Monolith está de parabéns. Olharam para o primeiro e perguntaram a si mesmo quais as falhas e como enriquecer o jogo.E de essa introspecção veio mais story missions(algo que o primeiro era curto),diferentes tipos de Orcs(não só os gigantes como os Ologs,mas também sub-classes diferentes para os normais),novas interações dentro do Nemesis System(traições,shaming,bodyguards,salvamentos). Isso e o ataque às fortalezas e defesa delas foi um dos porta estandartes do jogo na publicidade e acabou ser uma das partes mais espectaculares.
    Uma coisa com a qual eu não tive problemas no primeiro mas gostei de eles mudarem neste foi a variedade do open world. Tivemos para aí 5 hub worlds(6 se comprarem o DLC Desolation of Mordor) com variedade. Cidade humana, região "floresta tropical",região vulcânica,região neve,deserto(DLC),e uma região na linha do primeiro mapa do Shadow of Mordor.

    Um aparte para o dlc. Comparado com o jogo base,pode ser muito mais curto.(o que não é necessariamente mau quando jogo base é do tamanho que é). O que também é de referir é que trazem algumas mecânicas novas. Ambos são continuações depois do capítulo 3(antes do final bloqueado por umas 5 ou 6 defesas de fortes que é o capitulo 4). O Blade of Galadriel já cheirou-me a esticar a corda tendo em conta a narrativa do fim "verdadeiro",mas o Desolation of Mordor deixou-me melindrado com o final da história dele.


    No fim de contas,dinheiro bem gasto.Paguei 17 euros pela GOTY do primeiro assim a medo mas gostei muito dele. Neste subi a parada para 38 euros pela Definitive em Agosto passado e não me arrependo.
     
    Última edição: 8 de Junho de 2019
  5. JAC_TUGA

    JAC_TUGA Power Member

    Rocket League

    Avaliação: 8/10
     
  6. ValtermcPires

    ValtermcPires Colaborador
    Staff Member

    Asterix & Obelix XXL 2 - 6/10 (Nintendo Switch)

    Inicio agradável com uma boa OST, mas rapidamente se torna repetitivo e aborrecido.

    Trials Rising - 7/10 (Nintendo Switch)
     
  7. Leao379

    Leao379 Power Member

    PS4: Naruto Ultimate Ninja Storm 2 - 7/10
     
  8. sertorius

    sertorius Power Member

    Um grande jogo.
     
  9. sotil

    sotil Power Member

    Hollow Knight - PS4

    Um jogo especial este. Já tinha lido coisas boas no pc e switch, mas ainda assim é sempre bom ser surpreendido, ainda por cima quando o facto de serem insectos me fez torcer o nariz quando conheci o jogo. Um pacote excelente recheado de conteúdo, charme, simplicidade, exploração e sons dos mais geniais que me lembro de ouvir num diálogo mais gibberish de npc’s.

    Um reino desolado, envolto em mistério, com um protagonista que vai descobrindo o que se passa à sua volta com diálogos de personagens, descrições nas localizações, tesouros encontrados, sendo vago propositadamente... onde é que eu já vi isto? :)

    A jogabilidade disto é relativamente simples, mas tal como qualquer metroidvania que se preze, tudo está ao alcance da próxima habilidade que conseguirmos desbloquear, desde que se lembrem onde é que bateram num muro, salvo seja. Apesar da natureza de exploração do género há coisas que dependem da nossa interação com os npc’s, o que não deixa de ser algo diferente, se bem que nem sempre de fácil percepção. Hallownest está muito bem construído com ligações entre todas as áreas a serem coerentes, com áreas remotas que transmitem muito bem aquilo que querem mostrar, seja na vertical ou horizontal.

    Apesar da simplicidade do combate existem sistemas que conjugam habilidades e a agilidade do personagem de forma muito boa. Esquivar e fazer uso dos nossos talismãs que nos dão habilidades únicas torna-se uma necessidade para enfrentar muitos dos inimigos. Os bosses, apesar de um ou outro pico de dificuldade, não necessariamente no final, são desafiadores, mas justos.

    A apresentação surpreendeu-me sobretudo pelas várias coisas que me fazia lembrar. Por um lado temos uma palete de cores que me sugeria Bloodborne, com cores mais sombrias, mais negras e despidas de vida. Mas quando pensava que muito do jogo seria assim, surgem inimigos e áreas que me trazem à memória algo saído de Nausicaä, com cores vibrantes e mais comuns de áreas de floresta e afins. O resultado é algo de extremamente belo, não só em tudo o que envolve os cenários, como a adorável vida dos mais variados insectos presentes no jogo. Andava eu com mais de 30 horas e ainda me estavam a aparecer inimigos que nunca tinha visto, o que diz bem da imensa variedade que aqui temos. Variedade essa que existe também nos bosses, que também são sinónimo de qualidade.

    Há depois o pormenor do diálogo, ou melhor do gibberish, mais genial que me lembro de ter ouvido em muito tempo. Desde os vendedores de itens, talismãs, até ao personagem mais importante, todos têm um som muito característico, e colocam um sorriso parvo na cara sempre que os ouvia.

    Não há muito a apontar ao jogo. O sistema de fast travel talvez pudesse ser mais intuitivo e conveniente. Um zoom maior de mapa para colocar pins no sítio exato para depois nos lembrarmos de ir com uma nova habilidade para prosseguir. Não sei até que ponto o sistema de recuperar o dinheiro após a morte faz muito sentido aqui. Para o futuro jogo talvez mexer um pouco no sistema de cura, pois houve lutas com bosses em era complicado curar simplesmente pelo facto de termos que parar, carregar e pressionar um botão, o que na maioria das vezes não resultava.

    No final temos um metroidvania com imenso conteúdo, terminei com 91% e 36 horas, ainda faltando alguns dos dlc. Carregado de charme, com npc’s brutais e fascinantes, envoltos num ambiente misterioso, quer no aspeto, quer na narrativa de um reino decadente que nos conta a sua história.

    Atirar o rótulo de melhor indie, como ouvi na altura, se calhar não o faço, mas está certamente entre os melhores da geração. Silksong cá espero por ti.
     
    Última edição: 16 de Junho de 2019 às 19:34

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