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Organização Mundial de Saúde classifica vício de videojogos como doença mental

Discussão em 'Jogos - Discussão Geral' iniciada por gif, 27 de Dezembro de 2017. (Respostas: 86; Visualizações: 6650)

  1. gif

    gif Power Member

    O teu post é daqueles que uma pessoa não sabe se deve rir ou se deve chorar.

    É a total falta de noção...
     
  2. Tecno Nerd

    Tecno Nerd Power Member

    @gif

    Ok, exagerei um bocado no sentido de que nem sou tão bom jogador assim e o gaming é uma actividade para toda a gente desde que queira. O que quis dizer, e levei logo com um sermão pseudo intelectual (falta de sorte...) foi: "Atenção aos estigmas que se criam. O gaming têm vários benefícios": http://mentalfloss.com/article/65008/15-surprising-benefits-playing-video-games

    https://www.engadget.com/2017/02/09...of-playing-video-games-for-kids/?guccounter=1

    Como tudo na vida, é uma questão de equilibro.
     
    Última edição: 28 de Agosto de 2018
  3. gif

    gif Power Member

    https://www.dn.pt/vida-e-futuro/int...-efeitos-beneficos-nas-criancas-10495878.html
    Será que os videojogos também têm efeitos benéficos nas crianças?

    "(...)

    Esperamos trazer algo de novo, ou pelo menos mais informação no sentido de melhorar a qualidade de vida das nossas crianças e adolescentes, tentando orientá-los de uma maneira mais positiva para uma coisa que lhes dá imenso prazer, que é jogar jogos de vídeo

    (...)

    Queremos perceber se os videojogos têm influência na motricidade, em particular dos membros superiores. Achamos que os miúdos que passam mais tempo a jogar podem ser mais rápidos na execução de determinadas tarefas.

    (...)

    Há investigações que mostram que os cirurgiões que treinam com videojogos antes das cirurgias laparoscópicas têm menores taxas de erros na cirurgia

    (...)

    os estudantes de medicina submetidos a um simulador têm melhor performance quando fazem treinos lúdicos com videojogos

    (...)

    perceber se estas atividades podem ter alguns eventuais benefícios na reabilitação de crianças com paralisias cerebrais ou em adolescentes com dificuldades neurológicas

    (...)

    Os efeitos nefastos suplantam muito os efeitos benéficos, mas os jogos de vídeo vieram para ficar. Como pediatras e cuidadores, temos de arranjar maneira de os usar de forma positiva e de os integrar nos hábitos de vida saudáveis.

    (...)"
     
  4. gif

    gif Power Member

    Investigadores criam teste psicológico para avaliar transtorno do videojogo

    Teste foi testado numa amostra de 550 estudantes do Reino Unido e da China e teve resultados “muito satisfatórios”.

    Investigadores desenvolveram o primeiro teste psicológico mundial para avaliar o transtorno do videojogo e a severidade dos seus sintomas, através de critérios clínicos estabelecidos pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

    O teste é um instrumento psicométrico que foi testado numa amostra de 550 estudantes do Reino Unido e da China e que apresentou resultados “muito satisfatórios”, disse à agência Lusa o investigador e psicólogo português Halley Pontes, da Universidade da Tasmânia (Austrália).

    “O que se verificou é que através de um conjunto simples de quatro perguntas podemos proceder a um diagnóstico e avaliar a severidade dos sintomas” dos jogadores, adiantou Halley Pontes, que liderou a equipa de investigadores que criou esta ferramenta e desenvolveu o estudo com a amostra de estudantes, a publicar no International Journal of Mental Health and Addictions.

    Halley Pontes explicou que o “trabalho resulta do consenso a que Organização Mundial da Saúde chegou no passado fim-de-semana sobre o estatuto oficial do transtorno do videojogo” como uma perturbação psiquiátrica relacionada com “o uso excessivo e patológico dos videojogos”. De acordo com a definição da OMS, este padrão de comportamento deve ter sido evidente por um período mínimo de 12 meses e ter resultado num comprometimento significativo na vida familiar, do trabalho e da educação.

    Questionários online a decorrer

    Para a realização do estudo, foram criadas duas plataformas online, uma na Alemanha e outra no Reino Unido que permitem às pessoas que joguem activamente no computador, telemóvel ou consola responder a algumas questões e de imediato receber uma resposta sobre “o modo como se envolvem com os videojogos”, se é um envolvimento patológico ou normal.

    O questionário online é baseado em critérios da OMS e regista as actividades de jogo dos últimos 12 meses numa escala de um (nunca joga) a cinco (muito frequentemente). As conclusões principais do estudo indicam que “o novo enquadramento clínico da OMS que define o transtorno dos videojogos é robusto e pode ser verificado em termos empíricos com os dados recolhidos”, sublinhou Halley Pontes.

    Os dados revelam que, em média, os alunos inquiridos jogam 12 horas por semana, gastando quase metade deste tempo (46%) aos fins-de-semana sozinhos na frente de um computador ou com outros dispositivos móveis. Houve ainda 36 participantes (6,4%) que relataram grandes problemas no dia-a-dia devido ao seu comportamento. Halley Pontes explicou que o transtorno de videojogos é “uma incapacidade” de os jogadores controlarem o seu comportamento obsessivo, que é reflectido também no “aumento exponencial da prioridade que a pessoa dá ao jogo ao ponto de abafar outros interesses e actividades diárias” e continuar a jogar mesmo sabendo que “existem áreas da sua vida que estão a ser afectadas negativamente”.

    O próximo passo dos investigadores das universidades da Tasmânia, de Birkbeck (Londres), de Pequim e de Ulm (Alemanha) é a realização do “maior estudo” sobre o transtorno do jogo, tendo para isso criado uma parceria com a empresa de eSports ESL, com laços estreitos com a comunidade de jogos, “um público potencialmente em risco”.

    O novo estudo visa compreender de que forma o jogo está a tornar-se um problema de saúde e quais factores que contribuem para isso, incluindo variáveis sociodemográficas, de personalidade e motivações. Para Halley Pontes, a decisão da OMS vai “ajudar estas pessoas que sofrem a encontrarem validação para o seu sofrimento psicológico e, potencialmente, servirá também para desenvolver políticas que as ajudem a obter tratamento no sistema nacional de saúde”.
     
  5. gif

    gif Power Member

    Cruzei-me com muitas ilustrações e acho que estas três enquadram-se neste tópico.

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    (Por John Holcroft)
     
    Última edição: 1 de Agosto de 2019
  6. kaib

    kaib Power Member

    Passa uma mensagem..., como tudo na vida, tudo o que seja extremo nunca é bom é necessário haver um equilibrio para nos protegermos a nivel de saude fisica e mental.

    Há um certo extremismo também nas abordagens ao tema e para quem não têm este hobbie e não está dentro do assunto por norma metem um rótulo e generalizam os casos apenas por pura ignorância.

    Jogar é como outro hobbie qualquer desde que haja o tal equilibrio.
     
  7. Rubenzito

    Rubenzito Power Member

    Continuo é a achar exagerado e até ofensivo compararem um viciado em jogos a um toxicodependente. Embora o sintomas sejam semelhantes, são vicios ao mesmo tempo muito distintos