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Videojogos - nocivos? *reportagem minha*

Discussão em 'Jogos - Discussão Geral' iniciada por freddy_adu, 17 de Dezembro de 2006. (Respostas: 51; Visualizações: 4650)

  1. freddy_adu

    freddy_adu Power Member

    Serão os videojogos nocivos ao desenvolvimento de uma criança?

    Esta era, até um bom par de anos, uma pergunta cuja resposta se apresentava forte e segura de si mesma. A comunidade científica em particular, e os pais em geral, sempre estiveram de acordo em dois pontos: os videojogos tornavam as crianças anti-sociais, e por vezes (dependendo dos jogos), violentas.

    Como vários dados (que muitos julgam) adquiridos, estas ideias, outrora consensuais, caíram actualmente um pouco em descrença. Os investigadores foram os primeiros a fazer um volte-face, e actualmente, crêem que o videojogo possa ser importante no desenvolvimento das faculdades mentais da criança ou adolescente, tendo recentemente reunido várias crianças para a realização de um estudo, que comprovou isto mesmo. O cerne deste dava pelo nome de Tetris, aquele que talvez seja o mais famoso jogo de sempre.

    Um conjunto de crianças foi subdividido em dois grupos, que iriam realizar um teste escrito no qual as suas capacidades de atenção seriam uma extrema valia para alcançar um bom desempenho. Os resultados foram, de uma forma global, superiores no grupo de crianças que, previamente, tinham jogado o popular jogo de puzzles.

    Foi aqui que teve lugar o primeiro ponto de viragem da comunidade científica face a este assunto. Hoje em dia, admitem que não só os videojogos que requeiram à criança a resolução de puzzles, exigindo pensamento lógico para que os níveis sejam completos, são favoráveis ao desenvolvimento, como também o são grande parte dos jogos existentes actualmente. Steven Johnson, famoso escritor americano, é apologista desta mesma ideia, e, no seu livro intitulado “Tudo o que é Mau Faz Bem”, transmite-nos a tese de que, embora o conteúdo do entretenimento, de forma geral, continue algo frouxo quando comparado à informação fornecida pelos livros, a forma como este conteúdo é hoje elaborado, puxa muito mais pela cabeça das crianças do que as diversões de antigamente… certamente, bem mais apoiadas pelos encarregados de educação.

    Os pais, sempre mais conservadores, continuam a apresentar alguns anticorpos quando o assunto é os videojogos. Por um lado, não será difícil compreender o lado destes, que muitas vezes não conseguem controlar todo o tipo de jogos a que os seus filhos têm acesso, e, neste ponto em particular, culpas há a atribuir às entidades comerciais que vendem a crianças, jogos classificados para adultos.

    Quando todos julgavam que o processo de proibição de certos jogos a faixas etárias mais jovens resolvesse o problema, eis que surgem as mesmas grandes superfícies a vendê-los indiscriminadamente, ora por ainda haver aquele estigma de que um videojogo é um brinquedo apenas destinado a crianças, ora numa pura e mercenária lógica mercantilista.

    Observando o problema por esta óptica, este até se poderia revelar como um falso dilema, tomassem os governos do nosso e de outros países medidas punitivas nos casos em que tal se passasse.

    Nos últimos tempos, os criadores de videojogos tem vindo a querer desmistificar algumas ideias pré-concebidas face a estes. Se o tem conseguido? Ainda não na totalidade, embora jogos como "Doctor Kawashiwa's Brain Training" para a portátil Nintendo Ds, em que, através de programas diários de exercícios relacionados com o raciocínio, memória e rapidez de pensamento, conseguimos obter um melhor rendimento diário das nossas capacidades, tenham vindo a lutar contra esta tendência, convertendo inclusivé, muitos "non-gamers".

    Engraçado referir que o Professor Kawashiwa que dá o nome a este jogo, assim como a base para cada um dos exercícios, havia surgido, no passado, a criticar o papel dos videojogos na sociedade actual, aparecesse, associado a tal projecto.


    Mais outro convertido ao encanto dos videojogos?
     
  2. flybikes

    flybikes Banido

    Sem me querer alongar muito, acho obvio que os videojogos, AJUDEM o desenvolvimento saudável de uma criança.

    Todos os jogos são propicios a esse desenvolvimento. Os jogos obrigam as crianças a pensarem desde muito cedo, para conseguirem passar os desafios apresentados, assim como as mete desde logo em contacto com a lingua inglesa de forma fluente.

    Normalmente, uma criança que joga, também passa a manusear novas tecnologias (consolas por exemplo), e a interessar-se mais pelo mundo da informática. Informática = futuro.

    Até jogos polémicos como o GTA, mostram a uma criança, que o mundo não é cor de rosa (tal como o telejornal também mostra). Melhor! São um escape para a nossa realidade.

    Pessoas que não percebam isto, talvez sejam pessoas ignorantes que tiveram uma infância infeliz, em torno dos seus livros. O mundo está a mudar e as mentalidades também.
     
  3. Ricardo.RPL

    Ricardo.RPL Power Member

    Isto não deveria estar na secção geral dos videojogos? Anyway, a minha opinião:
    Quando era puto, o jogo que mais jogava era o Pokémon Blue para o GameBoy. Na altura, era um viciado naquilo, não largava o meu "calhau" por nada neste mundo. Com esse jogo, aprendi tantas coisas novas... Devia ter uns 8 ou 9 anos, ou qualquer coisa parecida, mas já conseguia elaborar tácticas avançadas capazes de derrotar todos os inimigos no jogo, e alguns amigos na realidade, fazendo uma gestão relativamente boa dos quatro ataques possíveis por cada pokémon, dos diversos tipos de pokémons na party, que só podiam ser 6 (no máximo) e tinham de ser a) dos mais fortes do jogo b) os mais treinados por mim c) de tipos (fogo, água...) com muito mais pontos fortes que pontos fracos. Isso e, claro, ser capaz de decorar o nome de 151 pokémons, assim como a sua aparência e atributos, e ainda a quantidade de inglês que aprendi, que ainda hoje me dá jeito.

    Também jogo muitos outros jogos que, actualmente, ainda me moem a cabeça à procura de uma solução para um determinado puzzle mais complexo, como Prince of Persia, Tomb Raider, Jak and Daxter, Another Code, Oblivion, Zelda: Twilight Princess, etc. Sou fanático por jogos de estratégia que puxem pelos miolos de uma forma brutal, como o Advance Wars: Dual Strike, Shining Force III, Aevum Obscurum, Fire Emblem, etc. Tudo jogos que de destruitivo para a mente não têm nada: todo o tempo que perdemos com eles (sim, porque é para entreter que os videojogos servem, apesar de tudo) é tempo bem perdido, a exercitar a mente, e sem o risco de ficarmos "violentos".

    Claro que também jogo os GTAs e afins, mas ainda não vi lá nada que já não tenha visto em filmes americanos que passam no horarário dos putos, por isso acho que se deviam virar para a televisão portuguesa antes de falar mal dos videojogos e de todos os seus benefícios, que nem toda a gente parece querer ver. Ainda assim, concordo que se o jogo está classificado para maiores de 18 anos, é inconcebível que a grande maioria dos seus jogadores tenha à volta de 12 anos. Ou porque é que a Rockstar se deu ao trabalho de inventar o Bully, um "GTA para putos", apesar de ser para maiores de 16 anos?

    Claro que o mais fácil é mesmo condenar os videojogos. Para quê darmo-nos ao trabalho de pensar em coisas boas que podemos adquirir com eles? Isso até deve ir contra os ideais de certas pessoas :-D! E abrir a mente é uma coisa muito difícil, penosa, às vezes. Mas curiosamente, são os de mente aberta, os jogadores, que pegam no comando e tiram todo o seu benefício daí. Os outros, nem sabem o que estão a perder.
     
  4. kanguru

    kanguru [email protected] Member

    Acho que os jogos são importantes, ajudam a desenvolver, mas também concordo com a maioria dos pais. Os jogos fecham uma pessoa, o pessoal isola-se muitas vezes. Ninguém vive sozinho no mundo, é preciso relacionar-se com outras pessoas, e isso não se faz em frente a um ecran.

    O raciocinio lógico não chega para viver. Um meio termo é o ideal.
     
    Última edição: 18 de Dezembro de 2006
  5. Punkas

    Punkas I fold therefore I AM

    Há jogos e jogos, metia um filho meu a jogar GTA e a ver violência do que a jogar por exemplo o WOW.
     
  6. Ricardo.RPL

    Ricardo.RPL Power Member

    É preciso ver, também, que os videojogos têm a sua componente social, que nem toda a gente vê, no multiplayer. A minha mãe não gosta de me ver a jogar, porque diz que não comunico com mais ninguém, mesmo que esteja a jogar a multiplayer contra vários amigos meus, em que nos rimos com o jogo e passamos um bom bocado a jogar. No entanto, para ver TV, em que fico sentado a olhar para o ecrã sem fazer mais nada, sem controlar nada, sem interagir com mais ninguém, já está tudo OK...
     
  7. I_Eat_All

    I_Eat_All Plasma Beam!

    Diz-se que não é um erro mudar de opiniões, mas sim ficar na mesma enquanto o mundo muda; e de facto o mundo mudou; mais do que andar a correr atrás dos videojogos como uns velhos do Restelo com proibições e medos apocalípticos do desconhecido... Há que compreender que já estão intrinsecamente inseridos na sociedade quando sondagens já dizem que o Super Mario é mais famoso que o Mickey. Se não podem ser vencidos mais vale juntarem-se a eles e usarem-nos como um veiculo de comunicação para as massas, o Professor Kawashiwa só lucrou com isso, as cobaias do senhor aumentaram exponencialmente e a massificação da obra também, até houveram hospitais e clínicas no Japão a recomendar o jogo na homepage para pessoas que idosas ou que vivessem sozinhas.

    A questão não se prende por "uma criança que jogue é mais inteligente" mas sim, uma criança inerte não desenvolve as suas capacidades como uma criança que é activa, ler livros, ver certos canais/programas de TV, internet, o que fôr, jogos tal como qualquer conteúdo interactivo ou em movimento tendem a ser de facto interessantes para pessoas que não conseguem manter a concentração; mas nada garante que fora deles elas se consigam concentrar noutras coisas.

    Há estudos que sugerem que a Televisão prejudica a imaginação das crianças, em analogia com os livros, nos livros nós lemos e imaginamos as personagens, no filme aparecem lá simplesmente, daí que se lemos o livro previamente estranhamos; o mesmo é válido para os videojogos suponho, apesar de um jogo com óptima direcção artística nos bombardear com isso mesmo, é preciso um pouco do resto para poder usar essa informação visual obtida e transformar em algo nosso.

    Isto para dizer que é saudável um balanço de todas as coisas. Uma criança que jogue muito e/ou muito cedo pode não é saudável de todo, dando o meu exemplo; só comecei a jogar aos 7 anos, e nunca me deixaram jogar muito tempo enquanto criança, apesar das coisas serem minhas não tinha acesso a elas quando queria/sempre que queria. Isto provavelmente gerou que ainda hoje não sou pessoa de jogar muito, ou de me prender demasiado, excepto certos franchises que acho que já me apanharam a panca cá no forum; falo mais de jogos do que jogo.

    Se a criança está em idade de jogar à bola na rua, conviver com crianças da idade dele ou andar atrás de raparigas... metam-na fora de casa (não literalmente), videojogos ou qualquer outro refugio podem condicionar a personalidade em formação da criança. Mais que responsabilizar os videojogos por comportamentos desviantes; há que responsabilizar quem não impôs regras, quem deu tudo aos filhos como se a quantidade de afecto pudesse ser medida por isso, quem os habituou a ter tudo sem consequências e decisões reais do género "se tenho isto; não vou ter aquilo", se não aprenderem que tudo tem consequências e repercussões de nada adianta a inteligência que possam ter.

    Só uma opinião meio espalhada de toda a questão do impacto dos videojogos na sociedade.
     
  8. Tenebrus

    Tenebrus Power Member

    Não existe resposta certa a essa pergunta. A questão é o que há para além dos videojogos na vida de uma pessoa (não necessariamente de uma criança)

    Por exemplo, se alguém joga 16 horas por dia, 7 dias por semana é nocivo? provavelmente sim. Se essa mesma pessoa jogar 1 hora por dia é nocivo? provavelmente não

    Se alguém vê TV 16 horas por dia, 7 dias por semana é nocivo? provavelmente sim. Se essa mesma pessoa vir TV 1 hora por dia é nocivo? provavelmente não

    Se alguém comer McDonalds 2 vezes por dia 7 dias por semana é nocivo? provavelmente sim. Se essa mesma comer McDonalds 1 vez por semana é nocivo? provavelmente não.

    Tudo se resume ao contexto em que um dado elemento está inserido. Se interacções de alguém com o mundo forem na sua maior parte através de jogos de computador, é óbvio que há uma série de aspectos (fisicos, psicológicos, morais, espirituais) que vão atrofiar. Qualquer elemento na vida de uma pessoa necessita de ser contextualizado e complementado por uma série de outros elementos senão vai necessariamente ser nocivo.
     
  9. banid0

    banid0 Power Member

    provavelmente sim. :)

    quanto aos videojogos,acho que fazem bem,mas os pais têm de ser responsabilizados.

    eu falo no meu caso,eu com 8 anos ou menos podia jogar jogos(fica mal eu sei :D) violentos que não e veio a afectar.mas o meu primo comecava a alterar bue o comportamento,a ficar bue excitado a com vontade de partir tudo.

    por isso não é só guiar pela idade da caixa,é preciso conhecer o filho que se tem em casa e acompanhá-lo(também não se pode controlar compusivamente,a própria pessoa tem que começar a saber o que deve e não deve fazer).

    Educar uma pessoa é muito complicado...é sempre preciso o meio-termo,e mesmo o meio-termo varia de pessoa para pessoa...

    como uma vez ouvi "A educação é como um sabonete,se não apertas ele cai,se apertas demais ele escorrega"
     
  10. GimmiGummy

    GimmiGummy Power Member

    Isso não afecta apenas as crianças, conheço adultos que deixaram de ter vida social por causa do WOW. E não são poucos, e não vão ser os pais dessas pessoas que vão por-lhes a mão e dizer-lhes que esta mal. Agora imaginem um miudo de 13 anos...
    Eu proprio ja estive viciado no gunbound, e deixei de estudar para ficar a jogar.
    Há certos tipos de jogos que as crianças não deviam jogar.

    O meu primo de 10 anos joga GTA e vive aquilo de uma maneira obcessiva. Ele virou-se para mim e disse: " Deve ser tão fixe pegar num carro e partir tudo! " E em casos iguais ao dele, acho que devia ser restrito a crianças a venda de jogos para maiores de 18 anos. Eu próprio fico acagaçado quando jogo Silent Hill sozinho! lol :P
     
  11. khannon

    khannon Power Member

    E é, mas se os pais comprarem o jogo, o que é que a loja que vende vai fazer?

    O teu primo de 10 anos é um exemplo do mau acompanhamento que os pais dão aos filhos.
     
  12. banid0

    banid0 Power Member

    pois mas la esta,eu seria um dos muitos dos casos que nao haveria problema dos meus pais me comprarem o jogo,percebes?

    ja o meu primo os proprios pais cortam nos jogos,porque ele fica mesmo muito violento :X
     
  13. red911

    red911 Power Member

    Desculpa-me a intervenção, e sem querer ditar guerras, posso-te assegurar que foi das coisas mais estúpidas que li nos últimos tempos.

    Desde quando uma criança precisa dos jogos para cultivar a inteligência? E para aprender Inglês?? Só podes estar a brincar....

    Que aches que os jogos não devem ser postos de parte, com vista a privar as crianças de um certo divertimento, eu até concordo, visto que a privação de uma coisa nunca levou a grandes resultados ..... citando a célebre frase "o fruto proíbido é o mais apetecido".

    Agora a maneira como tu defendas as novas tecnologias, informática, jogos, etc....elevando-a mesmo a patamar de divindade é completamente ridícula. Aliás, os exemplos que vês por toda a parte de miúdos na casa dos 3-15 anos, que cresceram de volta de um computador, tende em grande maioria para um esteriótipo:

    - Miúdos Inteligentes (não digo que não, mas tb é das poucas coisas positivas...e pode bem ser obtida por outros meios);
    - Miúdos Gordos c/ pouca saúde (derivado da vida sedentária proporcionada por horas e horas em frente de um ecrã)
    - Miúdos Introvertidos e sem vida social (derivado da privação que tiveram/têm da convivência com amigos reais.....sim amigos reais, não "nicks")

    É neste sentido que tu escreves "O mundo está a mudar e as mentalidades também"?

    Meu caro, eu tive uma infância muito boa, e nunca precisei de computadores ou consolas para cultivar a minha massa encefálica. O meu raciocínio da fase pré-primária/primária foi construído com livros, brinquedos "Lego" (que muitos se deverão lembrar), Monopólio, Trivial Pursuit, Quem é Quem, etc...etc... Eram jogos e brincadeiras que promoviam o convívio entre as pessoas e não o contrário.

    Quanto ao Inglês, o meu "quase proficiency" praticamente habilita-me a dar aulas de Inglês, e podes ter a certeza que nenhum jogo deste mundo te dá uma instrução desse nível.

    Quanto aos "escapes da nossa realidade" é típico de uma pessoa que habitualmente foge dos problemas através de um ecrã. Os problemas não se resolvem sozinhos, e por mim falo quando te digo que não tenho quem os resolva por mim.

    Pah por isso, da próxima vez que te lembrares de dizer coisas "estapafúrdias" deste género, pensa que este forúm não tem requesito mínimo de idade, logo as tuas palavras correm o risco de ser levadas a sério por uma criança menos elucidada.

    Cumprimentos
     
    Última edição: 20 de Dezembro de 2006
  14. GimmiGummy

    GimmiGummy Power Member

    É proibido? Mas nem todos, ou quase ninguém, seguem essas regras. Eu tinha 13 anos e comprei Silent Hill 1 e Resident Evil 2 e não tive qualquer problema! ;)


    Mas concordo, quando digo à minha tia que ele não devia jogar este tipo de jogos tão cedo, ela ri-se e diz: Oh, é só um jogo... :shifteye:
     
  15. khannon

    khannon Power Member

    @red911: Se houver equilibrio não me parece que seja esse cenário negro que nos mostras.
    Creio que o outro jovem não disse que os jogos eram necessários ao desenvolvimento da criança, mas que podia ter vantagens e escreveu-as.
    Também não me parece que ele estava a tentar dizer que para as crianças se desenvolverem necessitavam de passar a viver em frente ao ecran do pc ou da tv.

    Jogo jogos desde spectrum, passando por pcs e consolas e ainda jogo e conheço muitos como eu. Quanto à obesidade, só comecei a ter um pouco de barriga, agora que me aproximo dos 30, e não foi por causa dos jogos, mas por falta de tempo para exercício.
    Quanto à falta de saude e falta de vida social, ninguem falou em passar a vida em frente ao pc, mas 1h de vez em quando não faz mal nenhum.
    Claro que quando se fala de crianças e adolescentes, a educação das crianças por parte dos pais devia existir, não só nos jogos, mas em tudo. Mas parece que cada vez menos isso existe.
     
  16. mr.bohemia

    mr.bohemia 1st Folding then Sex

    O meu inglês veio todo dos jogos :x2:

    Se bem que a internet também tem ajudado bastante, mas foi principalmente dos jogos...
     
  17. M4N!4K

    M4N!4K Power Member

    ainda há dias estavam 2 mães tiazonas na fnac.. com os putos.. 1 deles no carrinho com uns mesinhos.. e outro com 3 anos talvez... ao que se vira a mãe do mais novo "... mas diz que é para maiores de 12..." e a do mais velho "Não faz mal!"

    não faço ideia de que jogo se tratava.. mas acho que só por aqui vê a mentalidade desta gente...
     
  18. Fatalit1-4

    Fatalit1-4 [email protected] Member

    Para mim isto é uma questao de ignorancia...
    Estas pessoas nao sabem nada de nada de videojogos... Pensam que sao tipo "desenhos animados"...
    Por isso agem assim...
     
  19. xef

    xef Power Member



    Vai dizer isso a um espanhol :D

    Por acaso até é um ponto que tempos a favor por cá, como nada é dobrado (e os jogos normalmente nem legendados nem menus em português), as crianças acabam por começar cedinho a aprender ingles.

    Os jogos podem ser bons ou maus, tudo depende da quantidade de horas passadas a jogar, do tipo de jogos e do acompanhamento que os pais lhes derem.

    Uma criança a jogar um sim city, um zelda, ou o spore que está a vir pode ter vantagens.

    Com o sim city aprendem altém de lógica, algo sobre sistemas de transportes, esgotos, etc... Ou seja, uma visão de que o mundo é muito mais complexo do que pode parecer à primeira vista.
    O spore pode dar uma imagem sobre o que é a evolução, o que é um ser vivo e também uma imagem sobre o espaço. (parece-me que vai ser um jogo muito educativo, mas precisa de acompanhamento dos pais)
    E o zelda, ensina principalmente a pensar, também trabalha os reflexos, etc...

    Isto só para dar alguns exemplos...

    Outros jogos como um GTA, COD, etc... Parecem-me um pouco duvidosos para criançar lol (se calhar por isso é que são classificados para adultos)
     
  20. Jogador

    Jogador Power Member

    Também sou um desses :D


    Tal como já foi dito aqui, os jogos ajudam a desenvolver certas capacidades mentais.
    Eu desde pequeno que estou "em contacto" com videojogos, violentos e "não-violentos". Aprendi muita coisa com jogos e nunca deixei de "comunicar" com pessoas cara-a-cara.
    É verdade que não se deve abusar de videojogos (razões ja ditas aqui), mas isso acontece com tudo! Chocolate faz bem, mas o que acontece quando se abusa? Diarreia e dores de barriga.



    edit:
    è mesmo por isso que nós aprendemos ingles a jogar. Tal como acontece um pouco com a TV. Enquanto que outros países têm (quase) todos os jogos dobrados (alemanha, espanha, frança,brasil, etc.). Até a TV, nesses países, tem series/filmes dobrados.
    Não é de estranhar, que eu saiba (quase) mais inglês que uma professora minha alemã, que ensina inglês(sim, ensino secundário). Chega até por vezes ao ponto "ridiculo", quando a professora diz que não percebeu um texto e nós (só alguns) lhe explicamos.
     
    Última edição: 2 de Janeiro de 2007

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