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Tecnológicas propõem novas ferramentas de protecção de direitos digitais

Discussão em 'Windows Desktop e Surface' iniciada por RavenMaster, 20 de Janeiro de 2005. (Respostas: 0; Visualizações: 505)

  1. RavenMaster

    RavenMaster Power Member

    "Um grupo de empresas que actuam na área de electrónica de consumo juntaram-se formando uma nova associação que pretende desenvolver um standard anti-pirataria. O grupo, que convencionou chamar-se Marlin Joint Development Association, está contra a proliferação de tecnologias proprietários que limitam os movimentos do utilizador a determinadas marcas ou tipos de dispositivos e integra a Panasonic, a Philips, a Samsung e a Sony, mais uma empresa que trabalha na área da gestão de direitos digitais, a Intertrust Technologies.

    O objectivo é desenvolver um novo conjunto de ferramentas de protecção de direitos digitais que suporte vários tipos de equipamentos como telemóveis, leitores de música digital ou leitores de vídeo e que seja interoperável com formatos já utilizados pelas empresas participantes.

    O ponto de partida é aliás um trabalho já desenvolvido na mesma linha por um outro grupo constituído sensivelmente pelas mesmas empresas, o Coral Consortium.

    A nova associação planeia ainda disponibilizar especificações que permitam não só aos seus membros, mas também a outras empresas, desenvolver equipamentos compatíveis. Através de um website criado para o efeito, as empresas interessadas vão poder aceder ao código fonte do novo formato.

    A iniciativa surge tardiamente, tendo em conta a forte implementação de soluções de DRM proprietárias como as da Apple ou da Microsoft, mas é bem encarada pelos analistas, já que reúne um conjunto de empresas com presença forte no mercado da electrónica de consumo, o que deverá acelerar a utilização do standard proposto pelo grupo.

    A Apple e a Microsoft têm até à data adoptado estratégias diferentes nesta área, mas ambas com sucesso. A Apple tem aproveitado a popularidade do iPod e do serviço de música iTunes para se manter a única utilizadora da tecnologia de protecção de cópias por si desenvolvida, enquanto a Microsoft optou por licenciar a sua tecnologia numa tentativa de expandir a sua utilização e torná-la compatível com o maior número possível de dispositivos. "

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